São pequenos contos de vários autores coletados ao longo de um tempo que lhe servirá como livro de cabeceira para momentos de reflexão ou mesmo de insônia. Alguns deles não são novidades, porque, no decorrer da vida, já o encontrou nos livros didáticos ou de estórias, ou ainda contados como "causos".
Trata-se de uma obra com estorinhas populares e de fácil compreensão que trazem mensagens voltadas para o bem maior, que é o cultivo do amor e da paz.
Não podemos cogitar a nossa vida sem LEITURA por isso convencionou-se um dia no ano inteiro para COMEMORAR o ato. Portanto,
O Dia do Leitor é comemorado anualmente em 7 de janeiro.
Esta é uma data dedicada às pessoas que são apaixonadas pela literatura, ou seja, que amam livros!
Ninguém nasce sendo um leitor. O interesse pela literatura é algo que se desenvolve no ser humano através dos anos, a partir de influências positivas relacionadas ao ato de ler.
O hábito da leitura é importante para exercitar as capacidades de comunicação, interpretação e de cognição das pessoas.
A literatura ainda é celebrada no Brasil em outras datas ao longo do ano, como oDia da Literatura Brasileira, comemorada anualmente em 1 de maio; o Dia Nacional do Livro, em 29 de outubro e o Dia do Repórter, em 16 de fevereiro.
Origem do Dia do Leitor
O Dia do Leitor foi criado em homenagem à fundação do jornal cearense “O Povo”, criado em 7 de janeiro de 1928, pelo poeta e jornalista Demócrito Rocha.
Neste jornal, que ficou conhecido por combater a corrupção e divulgar fatos políticos, existia um suplemento chamado“Maracajá”que se tornou um espaço de divulgação do movimento modernista literário cearense na época.
As obras de Demócrito Rocha são grande importância para a cultural regional. O autor pertenceu à Academia Cearense de Letras, enquanto era vivo".
OBSERVAÇÃO:
Pesquisado no Google - site "CALENDARR Brasil", por Sônia Lúcia
Vou pedir licença ao "Youtube" (virtualmente, claro!) para contá-la, a fim de que, homenageemos O DIA DA GRATIDÃO de uma forma exemplificada pela simplicidade, como é a estória desses 2 animais tão diferentes, mas que a gratidão os tornou iguais, tal como somos todos nós diante dos outros seres e de tudo nessa vida. Sem muitas delongas,
confira:
Sônia Lúcia
"Em um certo dia, um pequenoratoestava passando por cima de umleãoadormecido, quando ele acorda e o pega com suas garras. O rato tentou convencer o leão que de alguma forma poderia ajudá-lo. O rei dos animais lhe concedeu aliberdade, por o pequeno ratinho o ter feito rir pois como um bichinho tão pequeno como ele poderia ajudar um animal tão grande.
Certo dia, o leão caiu em uma armadilha, rugiu e fez esforço para escapar. Apareceu então o rato e começou calmamente a roer as cordas da armadilha. Finalmente conseguiu libertar seu benfeitor e, assim, pagar a dívida".
Moral/Comentário Pessoal:
Vemos aí em evidência, a GRATIDÃO ocorrida entre ambos os personagens. Para nós, não vai ao caso em que situação uma boa ação ganhou outra, mas nessa troca de "favores", nota-se que "um salvou a vida do outro" (um dispensou seu instinto por dó; o outro foi realmente GRATO). Além de que tamanho (status ou posição social) não é documento, o que vale realmente é a AÇÃO. Todo ato tem o seu retorno e se for bom, acertamos. Que sejamos sempre GRATOS!
(Sônia Lúcia)
"Nenhum ato de gentileza é coisa vã. Não podemos julgar a importância de um favor, pela aparência do benfeitor".
Certo cão perdera uma das patas dianteiras em acidente e seus donos morreram logo depois; não tendo mais com quem viver, ficara sozinho numa casinha confortável construída pelos ex-donos na frente da casa onde moravam. Até que conseguisse uma adoção.
Os vizinhos lhe davam um banho semanal, água limpa para beber e uma alimentação diária, ainda que "contra a vontade" dos mesmos. Criado com rígida disciplina, tinha um comportamento "invejável". D. Clara, fora sua dona, e também enviuvara há pouco tempo antes do seu falecimento. Mas já percebendo que não iria sobreviver a uma doença que carregara com heroísmo por alguns anos, a morte do esposo apressou também sua partida. Foi então, quando no leito de morte, acertou em pagamento com uns vizinhos amigos, para que cuidassem do Franco, o cãozinho por quem tinha um amor maternal. Sua rotina era igual todos os dias. Pela manhã, ficava na porta de sua casinha, apanhando sol por meia hora, depois entrava e de lá não saía a não ser quando necessário ou chamado por seu benfeitor, o vizinho. E a noite, ficava de vigia, fora da casinha.
Porém um dos filhos de seu Ernesto implicava com Franco, porque ao chegar pela madrugada nos finais de semana, o cãozinho avançava em suas pernas, até a mãe vir e pedir que ele deixasse o rapaz entrar, além de reclamar pela caridade praticada todos os dias.
Muito aborrecido, uma das noites, o rapaz fechou a passagem de Franco que dava para sua casa, a fim de que a mãe não o visse chegar, tarde da noite.
Algo desagradável, no entanto, aconteceu: Ari, o tal rapaz, ao chegar, lá pelas tantas, não percebera que vinha sendo seguido por malandros, que invadiriam sua casa para roubar, logo que este abrisse a porta. Franco ficou de guardião, acordado à porta da passagem que estava fechada durante toda a noite.
Porém, antes mesmo que o pior acontecesse, o cãozinho amigo, enxergou-os de longe e começou a latir, tão forte, tão alto que a quadrilha espantada e assustando-se os bandidos correram dali, mas a Polícia, em ronda no quarteirão, e já no seu encalço, prendeu todos os bandidos. Ari, morrendo de medo, levou uma "bronca" e muito arrependido pelo que fizera, resolveu, juntamente com o pai, a mãe, e os irmãos, adotar Franco, rejeitado pela família inicialmente, por perceberam o nobre gesto do animal e o quanto necessitavam dele, já que salvara todos de um possível enorme problema.
Aut.: Sônia Lúcia
Conclusão:
Este é um conto que vem mostrar o quanto é importante fazer o bem, ainda que seja para um animal. A atitude pueril do rapaz, o levou, juntamente com toda a família a repensar no quanto seria válido para eles adotar aquele ser já domesticado e ensinado com apuro por seus ex-donos. Mostrando também que o bem seria revertido para os próprios benfeitores.
Em tese podemos concluir que o bem que é feito a outros, sem quaisquer distinções, de alguma forma ou por quem quer que seja, pode retornar aqueles que o fizeram.
(Sônia Lúcia) Imagem do Google com fins ilustrativos.
Uma Homenagem neste Dia, que seria, o de seu ANIVERSÁRIO
Noel Rosa (1910-1937) foi um compositor, cantor e violonista brasileiro. Um dos mais importantes artistas da história da música popular brasileira. Em pouco tempo de vida compôs mais de 300 músicas, entre sambas, marchinhas e canções.
Entre suas músicas destacam-se, Com Que Roupa, seu primeiro sucesso, Conversa de Botequim, Feitiço da Vila e Fita Amarela. Ficou conhecido como "O Poeta da Vila".
Noel Medeiros Rosa nasceu no bairro de Vila Isabel, Rio de janeiro, no dia 11 de dezembro de 1910. Era filho do comerciante Manuel Medeiros Rosa e da professora Marta de Medeiros Rosa.
Infância e adolescência
Noel nasceu marcado pelo fórceps que lhe fraturou e afundou o maxilar inferior, provocando também paralisia parcial no lado direito do seu rosto.
Com a Primeira Guerra, o comércio de roupas masculinas de seu pai faliu e seu Manuel partiu para o interior de São Paulo para trabalhar nas fazendas de café.
Para ajudar no sustento dos filhos. Noel e Heleno, Dona Marta abriu uma escolinha, o Externato Santa Rita de Cássia.
O defeito do queixo de Noel se acentuava à medida que ele crescia. Aos seis anos, foi operado, mas não mostrou melhora. Seis anos depois fez outra cirurgia, mas estava marcado para toda a vida.
Com 13 anos, ingressou no tradicional Colégio São Bento. Recebeu o apelido de “queixinho” e amargava a tristeza que o defeito lhe causava.
Muito cedo aprendeu a tocar bandolim e na hora do recreio tocava para os colegas que se reuniam ao seu redor, momento em que se sentia importante.
Do bandolim passou para o violão que seu pai tocava quando vinha visitar a família. Aos 15 anos já dominava o instrumento. Seu irmão também tocava e ganharam o fama de “músicos da Vila Isabel”.
Em 1930 ingressou na Faculdade Nacional de Medicina, mas depois de dois anos abandonou o curso. Já estava envolvido com a música e a boemia.
Carreira musical
Em 1929, junto com os músicos Almirante, Braguinha, Alvinho, Henrique Brito e Henrique Domingos formou o conjunto Bando de Tangarás.
Ainda em 1929, gravaram o primeiro disco, inicialmente influenciado pela música sertaneja. O conjunto fez grande sucesso apresentando-se em rádios, cinemas e teatros.
Em 1931, Noel entrou para a faculdade de medicina, mas no ano seguinte já não frequentava mais as aulas. Ainda estudante, gravou mais de vinte músicas.
Com Que Roupa?
A partir de “Com Que Roupa?” Noel já não pertencia mais ao grupo. A música foi o primeiro sucesso de Noel. Escrito em 1930 e gravado no mesmo ano, o samba estourou no carnaval de 1931.
Era o primeiro samba, mas já estavam presentes as características de toda a obra: o humor, a ironia, as rimas surpreendentes, a música brejeira.
Sucesso nas rádios
Em 1932, Noel trabalhou como contra regra no programa de Ademar Casé, na Rádio Philips. Noel também cantava, apesar de sua voz fraca, no tempo dos vozeirões de Francisco Alves e Vicente Celestino.
No programa de Casé, Noel ouve Marília Batista, sua interprete favorita
Em 1935 passou a trabalhar na Rádio Clube do Brasil, fazendo o programa humorístico “Conversa de Esquina”. Fez também revistas radiofônicas, sempre parodiando composições populares, inclusive de sua autoria.
Conhecido e admirado por todos que faziam música popular, Noel era requisitado para parcerias e convidado para participar dos mais diversos conjuntos.
O Orvalho Vem Caindo
O samba O Orvalho Vem Caindo feito em parceria com Kid Pepe, foi gravado por Almirante em 3/11/1933 e tornou-se grande sucesso no carnaval de 1934. Almirante interpretou a música, com sua voz cheia, acompanhado pelo conjunto Diabos do Céu, organizado por Pixinguinha.
Casamento e morte
Em 1934, Noel casa-se com Lindaura, moça da alta sociedade, mas tinha várias amantes e passava noites pelos cabarés do bairro da Lapa, no Rio de Janeiro, cantando, bebendo e fumando.
Acometido de tuberculose, em 1935, foi para Belo Horizonte para tratamento de saúde. Na volta para o Rio de Janeiro, havia muito trabalho para fazer. Achando-se curado, retornou à boemia.
Surgiram os primeiro filmes musicais brasileiros, produzidos pelo americano W. Downey. Em Alô, Alô, Carnaval, lançado em fevereiro de 1936, estavam incluídas dias músicas de Noel: Não Resta a Menor Dúvida e Palpite Infeliz.
Em busca de ares de serra, viajou para Nova Friburgo, mas sua saúde piorava sensivelmente. Morreu em sua casa na Rua Teodorico da Silva, n.º 392, em Vila Isabel. .
Noel Rosa faleceu no Rio de Janeiro, no dia 4 de maio de 1937.
Em 2010, a Escola de Samba Unidos da Vila Isabel, apresentou o enredo do carnaval com o samba Noel: A presença do Poeta da Vila, de autoria de Martinho da Vila.
Sozinho, ou com vários parceiros, Noel escreveu diversas músicas de sucesso, entre elas:
Miquinho era um filhote de macaco muito miudinho. Seu pai era Mico, o xodó dos funcionários do Zoo. Perdera sua parceira, logo após o nascimento de Miquinho, que, por ser hipertensa, na hora do parto, ela tivera uma parada cardíaca, vindo a falecer.
Mico chorara muito, pois além da falta que sentia de sua companheira de anos, não sabia como lidar com o filhinho frágil e debilitado, único sobrevivente dos trigêmios nascidos, sofrendo então duplamente.
Com o intuito de ajudar Mico, algumas macacas se ofereceram como mãe de leite do pequenino ser. E para isto, necessitando da interferência dos técnicos e funcionários dali.
Mas com o tempo, tudo se resolveu, tendo se amenizado também, a profunda dor de amor e saudade que aquele companheiro sentia. No entanto, ele continuava só, sem que uma nova eleita tivesse lhe chamado a atenção.
A época da procriação se aproximava. E Miquinho, já paquerava algumas macaquinhas, mas a eleita ainda não surgira, pois para melhorar a solidão do pai, que ainda não conseguira substituir a amada por instinto, talvez, eles estavam sempre juntos, fazendo peripécias mutuamente, até se cansarem e Miquinho dormir no colo macio de seu querido pai. Lindo de ver!
Miquinho já estava com quase 2 anos de vida, e crescera bastante robusto. Foi quando chegaram a -o Zoo, alguns animais encontrados em cativeiro na selva, para serem vendidos por um bando de comerciantes maus do comércio ilegal de animais silvestres. Entre eles 2 macacas (mãe e filhinha) da mesma espécie de nossas 2 personagens). Estas, bastante assustadas, foram encontradas amarradas e muito machucadas entre os outros; ali, no meio da floresta, prestes a serem levadas para venda na cidade. Isto se não morressem antes!
Tumulto no Zoo! Nossos amiguinhos perceberam a chegada dos animais, e bastante curiosos se aproximaram, sem entender o que acontecia, e assim, quem sabe, "ajudarem" os funcionários...
Passado algum tempo daquele momento crítico, as coisas se normalizavam e após as aproximações contínuas entre Mico e o filho, e as 2 recém-chegadas (que se afeiçoaram), teve como consequência, os 2 casais se apaixonarem, formando novas famílias dentro daquele paraíso de amor.
Aut.: Sônia Lúcia
Obs.: * À autora todos os direitos.
* Imagem doGoogleapenas com fins ilustrativos no blog.
Simples Comentário e muita Gratidão:
Eis que mais uma historinha em forma de conto vem adornar este blog, criado há alguns anos. Cuja intenção inicial era apenas reproduzir trabalhos interessantes de terceiros, contando suas histórias, fossem elas de ficcão ou reais, infantis ou não.
No entanto, a Providência Divina despertou mais uma vez dentro de mim, o dom de ampliar minha Arte da Leitura e Escrita, meu antigo dom, que por muitos já é conhecido. E aqui cheguei, penetrando lenta e ousadamente na "Arte de Estoriar" (termo que acabei de inventar e denominar agora), CRIANDO, INVENTANDO, FANTASIANDO... através da elaboração de cenários, episódios e tramas.
Embora me sinta incompleta ainda (e sempre me sentirei assim) por me encontrar em fase inicial de aprendizado em tudo que faço ou construo, não posso deixar de estar, nesse momento, muito satisfeita e grata ao nosso Bom Deus, em ter chegado até aqui, fazendo o que gosto e valorizo, porém, "inconformada" ainda, como todo ser humano, porque cada vez mais, cresce a minha sede do saber e de melhorar, essas obras que o Pai tem me permitido elaborar e publicar aqui com muito amor.
Ao Senhor meu Deus, que me deu a Vida e me permite os dons de "brincar" com as palavras da Língua de minha Pátria, "versando" em minhas poesias, "proseando" na prosa e "estoriando" meus contos e fábulas, meus mais profundos agradecimentos!
Nossa história acontece num *Reino Encantado, numa floresta muito distante, em tempo longínquo em que havia: fadas, bruxas, gnomos e também muita aventura entre os seus habitantes.
Um pomar alimentava-os, fazendo parte daquela beleza rústica. Sortido de inúmeras árvores frutíferas, que ia das mais frondosas até as simples trepadeiras que não passavam de 1 metro e meio de altura, com os gostosos frutos que a Natureza se incumbira de procriar. Extensos eram os pés de maracujás que se recostavam nas cercas apodrecidas, corcomidas pelo tempo... construídas outrora por antigos e desconhecidos moradores daquele lugar. Outras espécies frutíferas rastejavam-se como imensos tapetes ao longo de sua extensão.
Era tudo exótico naquele pedaço de mundo estranho e exuberante, onde só a fantasia de um criador de histórias consegue alcançar, percebendo ali uma beleza selvagem, quase inexistente, através de seus olhos mentais aguçados e fantasiosos, construindo nele um pedaço do mundo a "embelezar" rusticamente e enaltecer o Planeta Terra.
Enfim... vamos à nossa pequena estória após tão extensa narrativa introdutória: pois nesse grandioso espetáculo, aparentemente calmo, existia uma jaqueira que portava-se simplesmente, apesar de seu tamanho e uma macieira nascida ali, não se sabe como... Esta por sua vez tinha ares de intrigante, e, parecendo ter complexo de inferioridade, vivia aos turros com a companheira, dizendo assim:
"- Vês como sou formosa e delicada? Enquanto tu e teu fruto são aberrações da Natureza. Nem sei de onde vieste... kakaka..."
"- Não queria dizer, mas ficas me provocando e eu tenho leite quente nas entranhas de meu tronco!" E continuou, ainda que, acabrunhada: - "- Sou a grandeza daqui, vivo te protegendo dos temporais, ainda não percebeste, não?"
"- Achas é? Ora me protegendo... só faltas me derrubar quando venta muito! És feiosa e esses teus picos me incomodam quando me roçam!"
"- Sabes de um coisa mais? Não quero discutir com uma dismilinguida. Teu fruto não alimenta um calango sequer. E vai te aquietar que mal aguentas o sereno da noite e um bom temporal nos vem castigar daqui a pouco. Te aquieta e pede a proteção Divina, que eu vou fazer o mesmo."
Porém, ria-se a não mais poder, zombando da companheira.
Até que algumas horas depois, uma trovoada a fez espantar-se! Veio outra mais forte com relâmpagos iluminando a mata, trouxe uma forte com ventania feroz, derrubando todos os seus frutos, ainda verdes. Quase arrancando também a enorme jaqueira pela raiz, esta lhe disse:
"- Não te falei? Agora choras o prejuizo que tiveste, vendo tua prole por terra! É castigo dos Céus! Convertes-te! Ainda é tempo apesar de tudo! Estás de pé pela Graça de Deus! Reflete! Vai! Pois na próxima, até eu irei voar pelos ares!
O tempo passou e uma grande calmaria tomou conta dali depois daquele dia! Aos poucos a macieira, após a tristeza de ter perdido seus frutos ainda verdinhos, mudou de atitude, passando a ser uma amiga para com a companheira jaqueira.
Autora: Sônia Lúcia
Obs.: A autora todos os direitos.
NOTA da Autora: *Reino Encantado - resumidamente falando, são espaços idealizados na Literatura Infantil, para suscitar a criatividade da criança, através de histórias fantásticas, sua consciência ecológica que compreende: a devastação florestal e o descaso humano pelo meio ambiente.
Nele é usado como pano de fundo, o bosque ou floresta onde "vivem" os personagens dos contos de fadas. (Sônia Lúcia )
Era final da Primavera. E num Zoo localizado numa distante e densa Reserva Florestal Paulista, seus dirigentes e funcionários resolveram saudar a estação e seus animais (muitos dali, com belíssimas colorações), realizando uma competição entre seus animais coloridos. Tendo sido anteriormente, inscritos para a disputa que se chamaria"Iª Competição Zoológica do Colorido Primaveril".
Foi convencionado que a Coruja Floripa, o mais antigo animal daquele lugar , seria a provável criadora do Projeto, tendo sido fotografada, num grande cartaz, à frente das inscrições, com o objetivo de tornar o evento, o mais real possível, como se a iniciativa fosse dos próprios animais.
Entre eles estavam inscritos: O camaleão, a cobra, os vários tipos de pássaros e peixes e etc.
Ou seja, todos que tivessem cores exuberantes iriam disputar seu colorido e o prêmio seria um troféu para cada um dos 3 primeiros vencedores.
Tendo sido organizados todos os pormenores, a disputa deveria ocorrer:
Inicialmente desfilariam todos os participantes comuns;
Em seguida os mais coloridos, que seriam eleitos através de barulhos onomatopeico ensaiados e
posteriormente, desfilariam os vencedores. Ao mesmo tempo em que receberiam seus troféus, por meio representativo.
E assim, tudo aconteceu de forma brilhante!
Eis os 3 ganhadores do concurso: Para o 1º lugar o BELÍSSIMO Pavão Ric
Em 2º lugar - o LUMINOSO Lagarto Bozo
Em 3º lugar - a COLORIDÍSSIMA Arara Jasmim
Detalhe:
Este, sequer no momento do Concurso deixou de chamegar-se com a amada Zizi.
O evento culminou com uma grande e bonita festa com a duração de quase um dia inteiro, incluindo a refeição de todos, sem pausa; envolvendo muita alegria ao som harmônico e sereno de uma banda musical e cantores do lugar, prometendo um segundo concurso no próximo ano com mais aché!
Vale ressaltar que para o belo sucesso desse acontecimento festivo, houve um preparo antecipado de 7 a 8 meses aproximadamente.