quarta-feira, 25 de outubro de 2017

RECOMPENSA E CASTIGOS ( Parte Final )

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  Decerto que o alívio foi superior a toda a preocupação e aborrecimentos  causados por Francisco e Fernando. 
   E foi com certa "pompa" que os pais foram buscá-los imediatamente.     Mas não, sem antes, debaterem o que falariam e fariam àqueles dois.
Um abraço forte foi selado ao momento e  verdadeira afetividade, com lágrimas e tudo mais, detonando a preocupação e a saudade que não lhes faltou naqueles poucos dias de tensão, que mais pareceram uma eternidade.
   Porém, passado os primeiros momentos de muita emoção, os dois, já bem recuperados e em boas condições físicas, foram chamados para conversar.
   Após pedirem muitas desculpas em meio a um "chororô" interminável e com muitas explicações infundadas, foi determinado o veredito. Mas só  depois de serem chamados seriamente a atenção por todo o mal que causaram, simplesmente por já se acharem adultos demais para tomarem atitude irresponsável, dali em diante, a confiança neles caiu, portanto:
 - a festa de aniversários seria cancelada  - e o que já estava pronto, seria guardado para o próximo evento - o Natal;
 - as carteiras de habilitação, seus presentes, seriam providenciadas apenas em outro momento - a ser pensado;
 - por longo tempo deixariam de sair a qualquer lugar sem antes avisar para onde iriam;
 - até o final do ano, deixariam de ir para qualquer evento, ainda que o resto dos familiares fossem, a não ser para escola e para igreja.
Bem, os meninos aceitaram a decisão dos mais velhos, dando Graças a Deus, por terem pensado que o castigo seria pior, uma grande surra por exemplo - já que tinham uma uma educação rígida sim, mas a base de muito diálogo e concordância.

 E assim, concluo mas uma de minhas criações textuais que foi devidamente pensada durante a elaboração. Uma história um tanto séria, onde voltei-me completamente para os bons costumes, ou seja:

valores de família, na união, com honestidade, honradez, fidelidade, franqueza, fé, esperança e principalmente, afeto.
                                          
                                              Autoria e Postagem de  Sônia Lúcia
OBS.:

Qualquer semelhança, não será mais que mera coincidência.
Direitos autorais assegurados.

Ilustração do Google

O GRANDE SUSTO - 2ª Parte

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    Nossa história, que iniciou na postagem anterior, começa mais precisamente aqui, quando Fernando e francisco  procuraram mudar o rumo de suas vidas. 
       Enquanto os pais e avós preparavam uma linda festa para seus 18 anos, os garotos sumiram sem deixar rastro e ninguém os ter vistos. E só faltava uma semana para o aniversário. A família quase enlouquece, porém os mais equilibrados se reuniram e tomaram a atitude que achavam correta. De comum acordo, sutil e sigilosamente entraram em contato com policiais de referência segura. E aparentemente calmos aguardavam contato com quem os tivessem levado, pensando que seria rapto ou sequestro. Sem contar com a procura dos familiares, através de divulgação com cartazes e batendo de porta em porta. Parou tudo naquele lugar. Foram muitas as histórias com disse-me-disse; diversos trotes, tanto no telefone como na casa dos rapazes... Ninguém dormia, mas reuniam-se e rezavam, encontrando tempo para todas as atitudes que tomaram a partir daí. E quando estavam prestes a uma decisão mais audaciosa junto às autoridades, sem que houvesse notícia alguma e faltando apenas três dias para o aniversário, dois policiais da cidade vizinha, a paisano, para não assustar, foram até a família, comunicar que acontecera um acidente. Ao saírem mais cedo da escola, os dois resolveram pescar um pouco, no dia do desaparecimento. Sem experiência, e apenas com um anzol fraco e frutinhas como iscas, ambos escorregaram na margem amolecida pela chuva que caíra pouco antes, e foram levados por uma forte correnteza para o meio do rio e não pereceram no afogamento porque ficaram presos numas raízes, bem distante daquela margem. Gritaram a não mais poder, até desmaiarem de mãos dadas ao serem encontrados, e antes de serem ouvidos pelos dois exímios nadadores que pescavam nas proximidades. Sem os conhecer, levaram para casa de um deles, até que os meninos falassem e fossem identificados por um médico da periferia chamado para tratar deles por terem se machucado  bastante.

                                       Autoria e postagem de Sônia Lúcia

Observações:

Continua, na próxima postagem  >  (3ª e última parte)


Ilustração do Google

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

UMA FAMÍLIA UNIDA - 1ª Parte

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  Era um comerciante muito abastado, considerando o lugar pobre onde vivia. e nenhum dos moradores possuía a metade do que ele, o Sr Zé. A explicação quanto a isto é que o comerciante da nossa história, também era fazendeiro de médio porte. Com vinte funcionários fixos nas plantações e para ajudar na criação de animais, que estava iniciando... e  mais vinte contratados no seu comércio, (com vendas diversas e em vários lugares - necessitando de deslocamento) e seis para as necessidades emergenciais. Dentre  os quarenta e seis, constam os profissionais diplomados, como: veterinário, nutricionista, enfermeiro e outros. Seu Zé com a família somavam doze pessoas, e cada um deles, sem exceção tinha sua parte a cumprir nas propriedades. E muito bem dividida entre o menor e o de maior idade. Sendo, dois filhos (gêmeos) prestes a completar 18 anos, quatro agregados, ali nascidos e por ele e sua esposa criados e os genitores e sogros de 53 e 58 anos, sem sobrecarregar nenhum. Até porque o pai, como contabilista tomava conta dos negócios com um dos netos (Francisco) como assistente; o pai de sua esposa fora militar, e quatro mulheres,  professoras que lecionavam na própria comunidade e nas cidades ao redor dali.

          
                                História inteiramente criativa, 
                         cuja autoria e postagem é de Sônia Lúcia
Obs.:

Dividida em partes.
A narrativa continua na próxima postagem... 

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quarta-feira, 11 de outubro de 2017

AS ROSAS

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"Não é segredo pra ninguém que a rosa é considerada a rainha das flores. E nem precisa de justificativa para isso. Não há nenhuma outra planta com tantas qualidades que possa liderar a lista. A grande diversidade de cores, tamanhos e perfumes são apenas algumas características dessa planta tão amada e cultivada. Em todas manifestação de arte a rosa se faz presente. Seja na poesia, na pintura ou na decoração. Em qualquer cultura ela também está. Para termos uma ideia de como ela desperta interesse e fascínio nas pessoas, os chineses já cultivavam roseiras desde 2650 a.C. Na Europa elas chegaram através dos persas, e de lá, as rosas conquistaram os romanos que as usavam como alimento. Vezes para enfeitar carnes, outras para enfeitar saladas. Muitas personalidades conhecidas (como Cleópatra e Afrodite) ajudaram a propagar a paixão por essas tão lindas flores."
        FONTE: PLANTEI, Saiba tudo sobre ROSAS, a Rainha das Flores


   Assim sendo, nossa estorinha acontece num belo jardim de um famoso "bio parque" , local voltado para a "bio adversidade" onde se valoriza tanto o mundo animal como o vegetal no mesmo espaço (porém de forma isolada para cada um).
   Havia uma espécie de floreira subdividida quanto às espécies. e era, um número muito grande de flores e dentre estas, as rosas eram a maioria. E a trama começou quando uma certa espécie: ROSA DE CANTEIRO, belíssima, murchava com muito pouco tempo de vida, enquanto as outras continuavam viçosas. A maioria aproveitava para ser solidária. No entanto, a mais bela de todas, por considerar-se "a tal", estava sempre a criticar e xingando-a como:
   - "Enquanto devias te mostrar bela por mais tempo, como todas as rosas, não duras nada! Tens uma beleza momentânea, tal qual relâmpago, acendes! Encandeces e apagas logo em seguida... Que horror! És a vergonha de todas nós!
   E a pobre rosa chorava aos cântaros, como diziam nossas avós!
Porém, um certo jardineiro, recém contratado começou a observá-las, e como estudante de Botânica por vocação, passou a estudar todos os tipos de rosas do Bio-parque. Não apenas seu plantio, mas as caraterísticas das espécies ali cultivadas. Passando a entender cada novo broto. E a este "pezinho" frágil e tímido, passou a dar mais atenção. E a todo final de tarde, era a ela que se chegava e até conversava, procurando entendê-la. Inclusive, passava de sua hora de trabalho. E ela foi mudando, mudando... quando começou a entender que era amada particular e universalmente.
   Mas a implicância da formosa ROSA BRAVA, que por excelência fazia jus ao nome de sua espécie, Continuava. Agora de forma invejosa:
   - "Que houve hem? Agora resolveste te revelar, não é garotinha? Estás querendo passar por cima de nós, passando dos limites! Estás até com matizes! Ora vejam amigas! - Falou num tom sarcástico.
   Nosso jardineiro, continuava seus estudos, chamando atenção dos colegas de forma satisfatória. E se voltando para a mexeriqueira, estudou-a psicologicamente o seu caráter de flor. Observou suas tendências e passou a dedicar-se de maneira individual. Até conseguir mudá-la. Como? Não sei! Talvez por desvelo, interesse, carinho, afeto, amor...
   Infelizmente, aqui não tenho mais como prosseguir porque Manoel, o jovem estudioso e carismático com todas as rosas não teve como explicar essas atitudes, até proféticas. E disse a todos que fazia algumas experiências psico-científicas, e enquanto não fosse possível explicá-las, fez uma tese oral sobre o amor e entre tantas coisas que disse, finalizou com uma simples frase:

AMAR É DOAR-SE NAS NECESSIDADES DE ALGUÉM QUE REALMENTE PRECISA.

                   Autoria e postagem de Sônia Lúcia

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sexta-feira, 6 de outubro de 2017

"O LEÃO E O JAVALI"

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"O grande calor do verão deixara a todos com sede. 
Um leão e um javali foram beber água em uma pequena fonte.
Puseram-se a discutir sobre quem seria o primeiro a beber, e essa discussão degenerou em uma briga violenta. De repente, quando pararam para recuperar fôlego, viram abutres empoleirados por perto, esperando para devorar o derrotado.
Vendo isso, interromperam a briga e concluíram:
"É melhor nos tornarmos amigos do que servir de repasto para abutres e corvos".

 Moral: "É bom pôr fim a discórdias prejudiciais, pois disso resulta que todos correm perigo."

Fábula de Esopo
Imagem do Google        
Postagem por Sônia Lúcia

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

AS DUAS ESTRELAS


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 Eram duas estrelas que viviam em constante atrito porque uma brilhava mais que a outra.
 Vamos chamá-las de Cléo e Cléa. Orgulhosa de seu tamanho e de seu brilho, Cléa fazia sua amiga chorar, arrependida de ter nascido tão pequenina, insípida, apagada ela se achava. E nem por isso, Cléo parava de atormentar a companheira, zombando e fazendo-lhe críticas constantes. Por outro lado, as verdadeiras amigas estavam sempre lhe dando apoio, mas Cléo relutava em entender que deveria ignorar a outra.
  O tempo passou e com ele algumas estações, até chegar um inverno causticante, rigoroso. E lá no alto não havia cobertura. Cada uma procurava se proteger na outra. Mas, considerando que o rigor das estações nas Alturas é bem menor que cá embaixo, o período passou depressinha dando lugar diariamente ao brilhante rei Sol.
  Na troca  de estações, observou-se uma inversão de caracteres entre as estrelinhas Cleia e Cléo. E eis o surgimento de uma bela estrela, cheia de brilho ofuscante naquela que vinha sofrendo a discriminação, enquanto, a companheira orgulhosa e prepotente, tornara-se opaca, sem brilho algum. Ambas passaram pela nevasca, sofrendo todas as intempéries da estação, porém, a mais humilde foi quem superou as consequências com visível rapidez, devido a coragem e o otimismo com que enfrentou aquela adversidade.

Conclusão:
 - A historinha, propositalmente, parece ter ficado incompleta para que o leitor reflita o seu conteúdo. Quem sabe ele não excite a sua imaginação e me envie um final bastante interessante? Ficarei muito grata e já estou aguardando sua colaboração.


 - A paciência com o outro, ainda é o melhor remédio para o seu próprio progresso.



 - Vale a pena ser o melhor possível consigo mesmo. Pois a recompensa virá. 

                 
                 Postagem da autora: Sônia Lúcia

*A autora todos os direitos reservados.
*Imagem do Google