quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

A HISTÓRIA DE UM PAPAGAIO

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Um papagaio chamado Juca vivia feliz em seu poleiro no quintal de D. Judite. Juca era tratado como gente. E vivia a chamar  -"mãe!" para D. Judite e -"mano" para Juvenal, seu filho mais novo.
Certo dia trouxeram de presente para ela, um rouxinol que sempre vivera em cativeiro numa grande gaiola com outras espécies de aves. Sendo acometidos por certa doença, morreram todos os outros, ficando como sobrevivente apenas ele, o rouxinol. Desde então, vivia triste, o coitadinho, parando até de cantar! Mansinho. Passava de mão em mão. D Judite aceitou contente, o belo presente. Apresentou-o ao Juca, que muito desconfiado, só olhava para todos sem emitir nenhuma palavra, nenhum som.
D. Judite passou a se preocupar com o mutismo de seu bichinho, antes tão alegre e falador.
 "- Deus do Céu! Que houve com meu filhinho?" Perguntava-lhe com a mesma voz doce de sempre. Mas ele só olhava assustado. Pouco comia também. O rouxinol, passando o primeiro momento, cantarolava baixinho... Achou melhor levar os dois ao veterinário, que aconselhou um adestrador para  reeducar o Juca, que achava seu comportamento normal, uma vez que, antes sozinho,  reinava na casa onde vivia. E assim fez D. Judite. Como não tinha muito com o que pagar por muitos dias. Após três dias apenas, foi muito bem orientada pelo profissional que lhe passou muitas dicas de atitudes, mas também como dialogar bastante com eles. E começando assim com o papagaio: "- E então meu Juquinha, vamos dar um nome ao seu novo amiguinho? Alguns dias depois, tudo em paz e a senhora, ao perguntar novamente, ele respondeu com sua voz rouca já conhecida por todos: "- Chicooo!

                                           Autora: Sônia Lúcia

                   Conclusão:
    Nessa vida há tempo pra tudo. O que devemos fazer é dosar nossa paciência para a espera do tempo que  se há de precisar. No texto abaixo, um autor que desconheço  faz uma colocação a respeito:
                                                                         
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sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

"O MOSQUITO E O LEÃO"

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   "Um mosquito aproximou-se de um leão e disse: "Nem eu tenho medo de ti, nem tu és mais poderoso do que eu. e tu não concordas, diga-me, de que serve tua força? De arranhares com as garras e de ferires com os dentes? Isso uma mulher que briga com seu marido também faz.. Mas eu sou muito mais forte do que tu. Se queres, vamos ao combate". E tocando sua trombeta, o mosquito o atacou, picando-lhe o focinho à volta das narinas, onde não havia pelos. E o leão feria-se com as suas próprias garras até que, cansado, desistiu do combate. E o mosquito, que vencera o leão, soou sua trombeta. Entoou o hino da vitória e saiu voando. E foi quando embaraçou-se nas teias de uma aranha e, sentindo-se que era devorado, lamentava-se porque, tendo derrotado o mais forte adversário, perecia nas garras de um animal tão vil quanto uma aranha."

CONCLUSÃO: "Muitas vezes o menor de nossos inimigos é o maior deles."

 Fábulas de ESOPO - Martin Claret
 Postado por Sônia Lúcia

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quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

ERA GLACIAL

   
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 "Durante uma era glacial bem remota, quando parte de nosso Planeta se achava coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram. Indefesos por não se adaptarem às condições do clima hostil.
   Foi então que uma grande manada de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a se unir, a juntar-se mais e mais. Bem próximos um do outro, cada qual podendo sentir o calor do corpo do outro. E assim bem juntos, unidos, agasalhavam-se mutuamente. Assim aquecidos, conseguiam enfrentar por mais tempo aquele inverno horrível.
   Vida ingrata, porém... os espinhos de cada um começaram a incomodar, a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor.
   Feridos, magoados e sofridos começaram a afastar-se. Por não suportarem mais os espinhos dos seus semelhantes, eles se dispersaram.
   Novo problema: afastados, separados, começaram a morrer congelados.
   Os que sobreviveram ao frio, voltaram a se aproximar, pouco a pouco. Com jeito e precauções, unidos novamente, mas cada qual conservando uma distância do outro. Mínima, mas suficiente para conviver, sem ferir, para sobreviver sem magoar ou causar danos recíprocos.
   Assim  agindo, eles resistiram à longa era glacial. Apesar do frio e dos problemas, conseguira sobreviver."

"Viver não consiste em respirar, mas em agir; e nada de grandioso se consegue sem uma forte vontade e de uma grande parcela de amor, para podermos superar as dificuldades e as limitações."

"O melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro, e admirar suas qualidades."

CONSIDERAÇÕES de Sônia Lúcia
   Essa fábula nos  trás a deliciosa mensagem que podemos traduzir dizendo que a vida NÃO consiste simplesmente em respirar, comer, dormir, existir, etc. Pois nada de mais nobre conseguiremos sem a união, sem o bem-querer pelo outro. O que nos leva ao mais forte e poderoso dos sentimentos: O AMOR.

Nota Importante:
Caríssimo leitor, esta é uma obra que pode ser copiada, distribuída, exibida, comentada, curtida e compartilhada, desde que seja citada  a sua autoria: Sônia Lúcia
                        Obrigada!

sábado, 23 de dezembro de 2017

O MILAGRE DO NATAL

   

Resultado de imagem para família feliz com gifs  Juquinha de sete anos era um menino que vivia triste. O pai fora embora de casa e a mãe que ficou com três filhos adoeceu em seguida, estando muito mal. Seus bons vizinhos foram em busca dos parentes.   Encontraram a avó materna um pouco longe dali. Mas tão logo soube, imediatamente foi até sua filha e as crianças. Bastante religiosa, D. Gertrudes, começou a rezar enquanto seguia viagem, embora pobre, assustou-se com a miséria extrema com que se deparou naquela casa, onde não havia sequer um alimento. E os 2 dois filhinhos menores pediam ao irmão mais velho, que virara o chefe da casa. E a avó pasma e assustada, lagrimou ali, quase petrificada com o que via. Mas respirou fundo abençoou os netinhos e a filha que ardia em febre alta, pondo-se esta a chorar.
  Naquele dia, Juquinha não pudera ir ao sinal vender: balinhas, chicletes e pipocas que os vizinhos de alma boa lhe doavam para ganhar algum dinheirinho; além de roupas e alguns alimentos, já que também não sobrava em suas casas. 
  - Que fazer, meu Deus? Pensou alto D. Gertrudes. Não queria assustar as crianças, mas precisava tomar uma atitude bem rápida, pois precisava de alimento para as crianças, de levar a filha a uma emergência médica e higienizar todos eles. Tudo pra logo! Levara alguns poucos biscoitos, pensando em agradá-los, mas não sabia do estado deprimente em que se encontravam. Rezou novamente. Foi até a porta. Avistou um carro na frente da casa da vizinha ao lado. Tomou coragem e foi buscar socorro:
   - Pelo amor de Deus senhora, minha filha está morrendo e meus netos não têm nada para comer! Cheguei aqui agora! E desconhecia essa situação! Precisamos de ajuda! Falou em prantos!  
  Imediatamente, a mulher chamou o esposo. E disseram terem mudado  para ali, fazia apenas alguns dias antes e de nada sabiam.
  E o bondoso homem foi levar as duas ao hospital mais próximo, enquanto sua mulher servia uma sopa às crianças e ao mesmo tempo disse ficar com elas, enquanto higienizava-as também.
  Juquinha demonstrando muita coragem e ao mesmo tempo tristeza falou: - Puxa vida vó! Logo hoje mamãe piorou! Ela faria também uns geladinhos de coco e maracujá para eu vender no sinal , mas acabou tudo! Não tem mais leite. Nem açúcar tem mais! Justo o dia que eu ia faturar nas vendas! Tadinha da mamãe! Queria ter meu pai de volta! Ele ia nos ajudar...
  Faltava três dias para o Natal. A mãe das crianças precisaria ficar em observação após fazer alguns exames no hospital. D. Gertrudes, ao lado da filha pedia a Deus um milagre. Um só não! Vários!!! 
  Comunicou-se com seus  familiares contando tudo e pedindo auxílio a eles. Precisava de roupas e estava com pouco dinheiro, necessitava também comer.
  Mas Deus não dorme! E desta vez nem cochilou, pois ouviu os clamores da pobre senhora. No dia 24, o hospital fora visitado por um Papai Noel de uma ONG que levou algumas gordas cestas de alimentos aos doentes e iria fazer três sorteios. D. Francisca, a mãe das crianças além de ganhar a cesta básica, foi sorteada no primeiro prêmio: 6 meses de supermercado grátis, R$1.000,00 em dinheiro e brinquedos para seus filhos. 
  Diante de tanta alegria, melhorou quase que imediatamente e já queria voltar para casa, porém apresentara problemas de infecção e precisava se alimentar adequadamente, ter repouso e tomar injetáveis. O que em casa não teria quem fizesse.
  Mas os médicos liberaram-na já medicada, apenas para passar o Natal em casa, voltando no dia seguinte.
  Surpresa ao chegar em casa! Com a ajuda da vizinha e de uma sobrinha  que a mãe chamara, tudo havia melhorado. E a maior de todas, seu marido muito arrependido, chorando bastante, voltara para casa, ao saber de todo o sofrimento da família que quase perdeu por causa da boemia com que tinha se envolvido nos últimos seis meses, onde quase perdera também o emprego na carpintaria que gerenciava.
  A partir daí, tudo melhorou para aquela família, que voltou a ser o lar que fora antes e até bem mais fortalecido, pois o marido teve a lição quando se viu sem dinheiro e o "amigos"... Ah! Esses desapareceram! A partir daí, voltaram à igreja e todos passaram a agradecer em prece diariamente o "milagre" do reencontro  da felicidade perdida. E decidiram participar do grupo de voluntariado que através das mãos de Deus, salvou a família em um momento tão difícil de sua vida.

                              Aut.: Sônia Lúcia

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Nota Importante:
Caríssimo leitor, esta é uma obra que pode ser copiada, distribuída, exibida, comentada, curtida e compartilhada, desde que seja citada  a sua autoria: Sônia Lúcia
                        Obrigada!

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

A ONÇA E O BEBÊ MACACO



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   Uma onça, já balzaquiana, vivia triste, solitária... porque morreram todos os seus parentes e os filhos formaram suas famílias e foram para outras florestas longe dali.
Até que, certo dia, dormindo embaixo de uma árvore, após pensar e pensar em sua triste vida solitária, sonhava com uma família unida e feliz que já tivera. Estava com um pimpolhinho embalando nos braços e cantava uma linda canção de ninar quando de repente, acorda assustada e cai entre seus membros dianteiros, um filhote, mas não de sua espécie, e sim um macaquinho de uma raça em extinção. O pobrezinho miudinho ainda, olhinhos assustados, queria fugir, porém a velha onça o abraçava, tal qual no sonho que há pouco tivera. Acordou melhor. Sondou o que estava acontecendo, para que aquele bebê macaco surgisse ali de repente e daquela maneira. Foi então que escutou passos pesados sobre as folhagens secas do nordeste. Eram caçadores burlando as leis do meio ambiente e tentando aprisionar animais selvagens para comercializar. Uma atividade ilegal perante os homens, mas principalmente, contra as leis Divinas. Imediatamente, brotou de dentro daquela onça envelhecida e maltratada pelo tempo, o lado maternal esquecido... E tomada de um vigor repentino escondeu-se numa pequena gruta que conhecia, levando consigo aquele bebê que mudara de atitude, agarrado a ela como se fosse sua mãe que para protegê-lo dos homens, não hesitara em jogá-lo ao colo de uma espécie inimiga. 

              Aut.: Sônia Lúcia

 COMENTÀRIO  da Autora:
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   Essa é simplesmente mais uma estória irreal, um tanto exagerada sim,  mas que vem trazer a minha conclusão pessoal de tudo o que vejo no dia a dia, na sociedade humana, em comparação a sociedade animal. É a de que, muitos dos  homens, embora sejam  únicos seres providos de racionalidade aqui na Terra, ainda se encontram no primitivismo de sua criação entre sua própria raça, cometendo injustiças, maldades e não hesitando aos abusos da ignorância e da ganância sobre o poder e a usura de querer sempre mais dinheiro e acumulando bens para a sua posteridade, que cada vez mais se acomoda, a espera da herança que os pais deixarão quando se forem desta vida. Enquanto a raça animal, sem a evolução que temos, traz em seu instinto uma pureza de caráter que os leva a ser fiel e leal até mesmo com seus irmãos de raças totalmente diferenciadas entre si.
  Nessa oportunidade, ouso pedir ao leitor ou então sugerir que comecem hoje mesmo a relevar diferenças que são imprescindíveis à evolução do Planeta, mas se não puder, vou ao menos torcer para que haja a união entre nós, a fim de nos prepararmos para um mundo melhor amanhã. 


                                                       Autora: Sônia Lúcia  
Direitos autorais garantidos 

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sexta-feira, 17 de novembro de 2017

O GRILO JÃOZINHO


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  Lembram do poema da Abelhinha Flor?

  Vamos agora conhecer um pouco da história do Grilo Jãozinho!
  Impertinente era esse grilinho. Só queria saber de cantar! Saturando a todos de quem se aproximava com sua voz aguda, muito fininha, a doer do ouvido até o dedão do pé!
  - Ah, Jãozinho! Vais passar necessidade no próximo Inverno. Pois só fazes cantar! Queres também ser artista, como a Florzinha? Perda de tempo amiguinho!  Disse um amigo doido de inveja porque não nascera com o dom de artista. 
  E ele pensava, pensava, mas não mudava de atitude!
  Foi quando então escutou uma voz que lhe disse assim:
  - O dia tem 24 horas! Divida-o!
  - Como? Pensou em voz alta!
  - Cante nas horas vagas de seu trabalho. Ué!
  O grilo Jãozinho voltou a pensar mais: - Trabalhar, trabalhar... Em quê? Que vou fazer além de cantar? Não sei fazer nada...
  Alguns dias depois, surgiu uma ideia: ter uma prosa com as trabalhadeiras formigas. 
  No contato, foram bastante atenciosas e lhe ensinaram o trabalho que executam diariamente. Nosso personagem gostou, aceitou e com total adesão, se adaptou  às tarefas.
  E tão bem ficou que passou esse aprendizado à toda sua espécie, por isso, não é comum ouvirmos o canto de um grilo durante o dia...
  Em seguida, comprou um violino formando uma banda pra lá de arretada e com composição e tudo, ele bombou na internet dos bichos!
  O resultado? Entre os amigos insetos, logo ficou sendo mais respeitado, famoso e nunca mais passou vexame! Porém, continua estudando para que futuramente, venha estrelar  como músico em meu blog. 
     Aguarde!!!



Espero que a criançada tanto grande quanto pequena goste e curta mais essa estorinha que, como todas as outras, saiu da minha alma!!!

                         Postagem e autoria de Sônia Lúcia

*NOTA:
-Em uma postagem futura (?), você acompanhará as lindas músicas de violino que deverão ser "supostamente" executadas pelo GRILO JÃOZINHO. Para que isso aconteça, nosso grilinho deverá se preparar mais com seus companheiros para executar suas  belas canções, afim de que os leitores, não só aprovem, mas cheguem a delirar, tão grande seja a emoção!


Imagem  retirada da seleção do Google apenas com a finalidade de ilustração. Estando, portanto, com objetivo exclusivo de entretenimento. E no respeito aos "direitos autorais" do autor, nego  fins lucrativos nessa demonstração.
Caso haja restrição legal, espero receber contato para a sua retirada.
                                  OBRIGADA!
                                              Sônia Lúcia 

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

"LUA DE MEL"

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No domingo à noite o céu inteiro se ilumi
nou 
quando o Sol com a Lua se encontrou. 
Os planetas dançavam de par em par, 
astros e estrelas felizes a rodopiar. 

A segunda-feira amanheceu e o Sol não veio, 
o dia ficou escuro e o céu tão feio. 
Parece que o astro-rei se esqueceu do mundo 
ou passou o dia todo num sono profundo. 

Mas a Lua também não apareceu 
e a noite foi estendendo o seu escuro véu. 
Meu Deus, não me diga que ela morreu 
e não veremos mais o seu brilho no céu! 

Nasceu a terça-feira e o Sol ainda sumido, 
eu já apavorado, o que terá acontecido? 
Pensei que ele estivesse muito cansado 
e ainda viria, estava atrasado. 

Na terça-feira à noite eu no meio da rua, 
olhando para o céu, esperando a Lua. 
Receio que o mundo esteja abandonado, 
ao frio e ao escuro todos condenados. 

Desde a criação do mundo trabalhando duro, 
e só se esbarrando de leve da porta pra fora, 
será que resolveram nos deixar no escuro, 
quem sabe pediram as contas e foram embora? 

Eis que um astro mensageiro veio avisar 
que o Sol e a Lua foram se casar; 
houve grande festa de luzes e cores no céu, 
o Sol usava fraque, a Lua um branco véu. 
Alguns dias e noites não vão trabalhar: 
estarão viajando em lua de mel.

Autor: Remisson Aniceto
       "Um dos meus poemas para crianças pequenas...e grandes, que jamais devemos deixar morrer a criança que existe e nós..." (Palavras do autor)
Fonte: Blog da Leiturinha

Comentário pessoal:
  Lindo seu poema! Amei, poeta! Pois sou essa "criança grande" a qual você se refere. Parabéns pela criatividade!
Bem... quem sou eu? Sônia Lúcia Siqueira  Dias. Uma funcionária pública aposentada: Professora e também Assistente Social que ama ler e escrever desde a infância, e que possui escritos muitos poemas, histórias, textos e frases. Sonhando com a oportunidade de receber ajuda para ter seus direitos autorais adquiridos e o lançamento de, pelo menos 01 livro, e também  o desejo de doar parte desses "direitos" a uma creche carente.
  Esperando que esse meu "compartilhamento" de sua expressiva obra, chegue até seu conhecimento, desculpo-me por, não ter solicitado a sua autorização, tendo em vista não saber como fazê-lo, porém, como é de direito, fiz questão de colocar toda referência a mesma, inclusive, sua foto.
   Muito obrigada!
Pesquisa e postagem por Sônia Lúcia

Imagem do Google!