sexta-feira, 17 de novembro de 2017

O GRILO JÃOZINHO


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  Lembram do poema da Abelhinha Flor?

  Vamos agora conhecer um pouco da história do Grilo Jãozinho!
  Impertinente era esse grilinho. Só queria saber de cantar! Saturando a todos de quem se aproximava com sua voz aguda, muito fininha, a doer do ouvido até o dedão do pé!
  - Ah, Jãozinho! Vais passar necessidade no próximo Inverno. Pois só fazes cantar! Queres também ser artista, como a Florzinha? Perda de tempo amiguinho!  Disse um amigo doido de inveja porque não nascera com o dom de artista. 
  E ele pensava, pensava, mas não mudava de atitude!
  Foi quando então escutou uma voz que lhe disse assim:
  - O dia tem 24 horas! Divida-o!
  - Como? Pensou em voz alta!
  - Cante nas horas vagas de seu trabalho. Ué!
  O grilo Jãozinho voltou a pensar mais: - Trabalhar, trabalhar... Em quê? Que vou fazer além de cantar? Não sei fazer nada...
  Alguns dias depois, surgiu uma ideia: ter uma prosa com as trabalhadeiras formigas. 
  No contato, foram bastante atenciosas e lhe ensinaram o trabalho que executam diariamente. Nosso personagem gostou, aceitou e com total adesão, se adaptou  às tarefas.
  E tão bem ficou que passou esse aprendizado à toda sua espécie, por isso, não é comum ouvirmos o canto de um grilo durante o dia...
  Em seguida, comprou um violino formando uma banda pra lá de arretada e com composição e tudo, ele bombou na internet dos bichos!
  O resultado? Entre os amigos insetos, logo ficou sendo mais respeitado, famoso e nunca mais passou vexame! Porém, continua estudando para que futuramente, venha estrelar  como músico em meu blog. 
     Aguarde!!!



Espero que a criançada tanto grande quanto pequena goste e curta mais essa estorinha que, como todas as outras, saiu da minha alma!!!

                         Postagem e autoria de Sônia Lúcia

*NOTA:
-Em uma postagem futura (?), você acompanhará as lindas músicas de violino que deverão ser "supostamente" executadas pelo GRILO JÃOZINHO. Para que isso aconteça, nosso grilinho deverá se preparar mais com seus companheiros para executar suas  belas canções, afim de que os leitores, não só aprovem, mas cheguem a delirar, tão grande seja a emoção!


Imagem  retirada da seleção do Google apenas com a finalidade de ilustração. Estando, portanto, com objetivo exclusivo de entretenimento. E no respeito aos "direitos autorais" do autor, nego  fins lucrativos nessa demonstração.
Caso haja restrição legal, espero receber contato para a sua retirada.
                                  OBRIGADA!
                                              Sônia Lúcia 

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

"LUA DE MEL"

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No domingo à noite o céu inteiro se ilumi
nou 
quando o Sol com a Lua se encontrou. 
Os planetas dançavam de par em par, 
astros e estrelas felizes a rodopiar. 

A segunda-feira amanheceu e o Sol não veio, 
o dia ficou escuro e o céu tão feio. 
Parece que o astro-rei se esqueceu do mundo 
ou passou o dia todo num sono profundo. 

Mas a Lua também não apareceu 
e a noite foi estendendo o seu escuro véu. 
Meu Deus, não me diga que ela morreu 
e não veremos mais o seu brilho no céu! 

Nasceu a terça-feira e o Sol ainda sumido, 
eu já apavorado, o que terá acontecido? 
Pensei que ele estivesse muito cansado 
e ainda viria, estava atrasado. 

Na terça-feira à noite eu no meio da rua, 
olhando para o céu, esperando a Lua. 
Receio que o mundo esteja abandonado, 
ao frio e ao escuro todos condenados. 

Desde a criação do mundo trabalhando duro, 
e só se esbarrando de leve da porta pra fora, 
será que resolveram nos deixar no escuro, 
quem sabe pediram as contas e foram embora? 

Eis que um astro mensageiro veio avisar 
que o Sol e a Lua foram se casar; 
houve grande festa de luzes e cores no céu, 
o Sol usava fraque, a Lua um branco véu. 
Alguns dias e noites não vão trabalhar: 
estarão viajando em lua de mel.

Autor: Remisson Aniceto
       "Um dos meus poemas para crianças pequenas...e grandes, que jamais devemos deixar morrer a criança que existe e nós..." (Palavras do autor)
Fonte: Blog da Leiturinha

Comentário pessoal:
  Lindo seu poema! Amei, poeta! Pois sou essa "criança grande" a qual você se refere. Parabéns pela criatividade!
Bem... quem sou eu? Sônia Lúcia Siqueira  Dias. Uma funcionária pública aposentada: Professora e também Assistente Social que ama ler e escrever desde a infância, e que possui escritos muitos poemas, histórias, textos e frases. Sonhando com a oportunidade de receber ajuda para ter seus direitos autorais adquiridos e o lançamento de, pelo menos 01 livro, e também  o desejo de doar parte desses "direitos" a uma creche carente.
  Esperando que esse meu "compartilhamento" de sua expressiva obra, chegue até seu conhecimento, desculpo-me por, não ter solicitado a sua autorização, tendo em vista não saber como fazê-lo, porém, como é de direito, fiz questão de colocar toda referência a mesma, inclusive, sua foto.
   Muito obrigada!
Pesquisa e postagem por Sônia Lúcia

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terça-feira, 14 de novembro de 2017

"NOVEMBRO AZUL: MÊS MUNDIAL DE COMBATE AO CÂNCER DE PRÓSTATA"


ÚLTIMAS NOTÍCIAS
    • Publicado: Sexta, 03 de Novembro de 2017, 11h06
    • Última atualização em Sexta, 03 de Novembro de 2017, 11h06
    O câncer de próstata, tipo mais comum entre os homens, é a causa de morte de 28,6% da população masculina que desenvolve neoplasias malignas. No Brasil, um homem morre a cada 38 minutos devido ao câncer de próstata, segundo os dados mais recentes do Instituto Nacional do Câncer (Inca).
    O que é a próstata?
    É uma glândula do sistema reprodutor masculino, que pesa cerca de 20 gramas, e se assemelha a uma castanha. Ela localiza-se abaixo da bexiga e sua principal função, juntamente com as vesículas seminais, é produzir o esperma.
    Sintomas:
    Na fase inicial, o câncer de próstata não apresenta sintomas e quando alguns sinais começam a aparecer, cerca de 95% dos tumores já estão em fase avançada, dificultando a cura. Na fase avançada, os sintomas são:
    • dor óssea;
    • dores ao urinar;
    • vontade de urinar com frequência;
    • presença de sangue na urina e/ou no sêmen.
    Fatores de risco:
    • histórico familiar de câncer de próstata: pai, irmão e tio;
    • raça: homens negros sofrem maior incidência deste tipo de câncer;
    • obesidade.
    Prevenção e tratamento:
    A única forma de garantir a cura do câncer de próstata é o diagnóstico precoce. Mesmo na ausência de sintomas, homens a partir dos 45 anos com fatores de risco, ou 50 anos sem estes fatores, devem ir ao urologista para conversar sobre o exame de toque retal, que permite ao médico avaliar alterações da glândula, como endurecimento e presença de nódulos suspeitos, e sobre o exame de sangue PSA (antígeno prostático específico). Cerca de 20% dos pacientes com câncer de próstata são diagnosticados somente pela alteração no toque retal. Outros exames poderão ser solicitados se houver suspeita de câncer de próstata, como as biópsias, que retiram fragmentos da próstata para análise, guiadas pelo ultrassom transretal.

    A indicação da melhor forma de tratamento vai depender de vários aspectos, como estado de saúde atual, estadiamento da doença e expectativa de vida. Em casos de tumores de baixa agressividade há a opção da vigilância ativa, na qual periodicamente se faz um monitoramento da evolução da doença intervindo se houver progressão da mesma.
    Fontes:
    Pesquisa e postagem realizada por Sônia Lúcia

    segunda-feira, 13 de novembro de 2017

    A ABELHINHA FLOR l


    Imagem relacionada
    Era uma vez uma linda abelhinha
    muito vaidosa chamada Flor.
    Também cantava com voz fininha
    ficando nos ouvidos, zoando
    levando seu canto que incomodava,
    mas pensava estar encantando.

    Florzinha não conseguia entender
    porque é que sempre estava...
    levando tapas até ficar roxa.
    Mas não desistia e calava.
    Queria ser artista, não trouxa!

    Vivia então a procurar
    alguém para uma dupla fazer
    e  numa banda cantar,
    para está a se entreter.
    Pensava ser vocalista, cantora.

    Procurando alguém em mente
    Foi quando então escutou
    uma zoada estridente...
    eram os besouros! Calou!
    Sozinha porém resolveu

    ninguém mais ir procurar
    porque já queriam eles
    ocupar o seu lugar.


    Postado pela autora: Sônia Lúcia
    Todos os direitos reservados

    Obs.: Quem gostou, siga minhas postagens em meu blog! Em breve darei continuidade ao Poema da Abelhinha Flor, que será tão, ou mais bonito que o primeiro. 
              Aguarde!
             

    Imagem do Google

    domingo, 12 de novembro de 2017

    HISTÓRIA VERÍDICA

    "Menino de 6 anos escreve livro para ajudar amigo doente e arrecada $400 mil"

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    "Essa é mais uma daquelas histórias emocionantes. Dylan Diegel, 6 anos, não conseguiu ficar sem fazer nada ao saber que seu melhor amigo, Jonah Pournazarian, 7 anos, estava com uma doença grave e rara, ainda sem uma cura conhecida.
    Jonah é portador de glicogenose, uma doença que reduz o armazenamento de glicogênio no organismo e consequentemente causa quedas no nível de açúcar no sangue. Dylan então resolveu que iria arrecadar dinheiro para ajudar a financiar pesquisas sobre a cura da doença. Tudo para salvar seu melhor amigo.
    Inicialmente, seu pai sugeriu que ele abrisse uma barraquinha para vender limonada em frente ao portão de casa. Mas, Dylan decidiu ousar e foi mais longe: resolveu escrever um livro. A obra, de 16 páginas ilustradas com desenhos feitos à mão, recebeu o título de “Chocolate Bar”. O livro recebeu este nome porque vem junto com barras de chocolate.
    O livro começou a ser vendido na escola, mas a notícia se espalhou e muitas pessoas se interessaram e quiseram comprá-lo para ajudar a causa. A história de Dylan e Jonah se espalhou pelo mundo e “Chocolate Bar” já conseguiu arrecadar mais de 420 mil dólares até o momento. A quantia foi inteiramente doada para que centros de pesquisa consigam realizar estudos para entender melhor essa doença rara e finalmente encontrar uma cura ou tratamento para ela".
    "Gostou da história? Você pode acessar o site oficial do livro “Chocolate Bar” e acompanhar as novidades do projeto na página do Facebook".
    OBSERVAÇÃO:
    "Sem Caridade não há salvação" - Allan Kardec
    Pesquisa e postagem de Sônia Lúcia

    quarta-feira, 25 de outubro de 2017

    RECOMPENSA E CASTIGOS ( Parte Final )

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      Decerto que o alívio foi superior a toda a preocupação e aborrecimentos  causados por Francisco e Fernando. 
       E foi com certa "pompa" que os pais foram buscá-los imediatamente.     Mas não, sem antes, debaterem o que falariam e fariam àqueles dois.
    Um abraço forte foi selado ao momento e  verdadeira afetividade, com lágrimas e tudo mais, detonando a preocupação e a saudade que não lhes faltou naqueles poucos dias de tensão, que mais pareceram uma eternidade.
       Porém, passado os primeiros momentos de muita emoção, os dois, já bem recuperados e em boas condições físicas, foram chamados para conversar.
       Após pedirem muitas desculpas em meio a um "chororô" interminável e com muitas explicações infundadas, foi determinado o veredito. Mas só  depois de serem chamados seriamente a atenção por todo o mal que causaram, simplesmente por já se acharem adultos demais para tomarem atitude irresponsável, dali em diante, a confiança neles caiu, portanto:
     - a festa de aniversários seria cancelada  - e o que já estava pronto, seria guardado para o próximo evento - o Natal;
     - as carteiras de habilitação, seus presentes, seriam providenciadas apenas em outro momento - a ser pensado;
     - por longo tempo deixariam de sair a qualquer lugar sem antes avisar para onde iriam;
     - até o final do ano, deixariam de ir para qualquer evento, ainda que o resto dos familiares fossem, a não ser para escola e para igreja.
    Bem, os meninos aceitaram a decisão dos mais velhos, dando Graças a Deus, por terem pensado que o castigo seria pior, uma grande surra por exemplo - já que tinham uma uma educação rígida sim, mas a base de muito diálogo e concordância.

     E assim, concluo mas uma de minhas criações textuais que foi devidamente pensada durante a elaboração. Uma história um tanto séria, onde voltei-me completamente para os bons costumes, ou seja:

    valores de família, na união, com honestidade, honradez, fidelidade, franqueza, fé, esperança e principalmente, afeto.
                                              
                                                  Autoria e Postagem de  Sônia Lúcia
    OBS.:

    Qualquer semelhança, não será mais que mera coincidência.
    Direitos autorais assegurados.

    Ilustração do Google

    O GRANDE SUSTO - 2ª Parte

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        Nossa história, que iniciou na postagem anterior, começa mais precisamente aqui, quando Fernando e francisco  procuraram mudar o rumo de suas vidas. 
           Enquanto os pais e avós preparavam uma linda festa para seus 18 anos, os garotos sumiram sem deixar rastro e ninguém os ter vistos. E só faltava uma semana para o aniversário. A família quase enlouquece, porém os mais equilibrados se reuniram e tomaram a atitude que achavam correta. De comum acordo, sutil e sigilosamente entraram em contato com policiais de referência segura. E aparentemente calmos aguardavam contato com quem os tivessem levado, pensando que seria rapto ou sequestro. Sem contar com a procura dos familiares, através de divulgação com cartazes e batendo de porta em porta. Parou tudo naquele lugar. Foram muitas as histórias com disse-me-disse; diversos trotes, tanto no telefone como na casa dos rapazes... Ninguém dormia, mas reuniam-se e rezavam, encontrando tempo para todas as atitudes que tomaram a partir daí. E quando estavam prestes a uma decisão mais audaciosa junto às autoridades, sem que houvesse notícia alguma e faltando apenas três dias para o aniversário, dois policiais da cidade vizinha, a paisano, para não assustar, foram até a família, comunicar que acontecera um acidente. Ao saírem mais cedo da escola, os dois resolveram pescar um pouco, no dia do desaparecimento. Sem experiência, e apenas com um anzol fraco e frutinhas como iscas, ambos escorregaram na margem amolecida pela chuva que caíra pouco antes, e foram levados por uma forte correnteza para o meio do rio e não pereceram no afogamento porque ficaram presos numas raízes, bem distante daquela margem. Gritaram a não mais poder, até desmaiarem de mãos dadas ao serem encontrados, e antes de serem ouvidos pelos dois exímios nadadores que pescavam nas proximidades. Sem os conhecer, levaram para casa de um deles, até que os meninos falassem e fossem identificados por um médico da periferia chamado para tratar deles por terem se machucado  bastante.

                                           Autoria e postagem de Sônia Lúcia

    Observações:

    Continua, na próxima postagem  >  (3ª e última parte)


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