quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

"O SAPO COM MEDO D'ÁGUA"

  
"O sapo é esperto. Uma vez um homem agarrou um sapo e levou-o para os filhos brincarem. Os meninos judiaram muito tempo e, quando se fartaram, resolveram matar o sapo. Como haviam de fazer? 
  - Vamos jogar o sapo nos espinhos!
  - Espinhos não furam meu couro, dizia o sapo.
  - Vamos queimar o sapo!
  - Eu no fogo estou em casa!
  - Vamos sacudir ele nas pedras!
  -  Pedra não mata sapo!
  - Vamos furar de faca!
  - Faca não atravessa!
  - Vamos botar o  o sapo dentro da lagoa! 
  Aí o sapo ficou triste e começou a pedir, com voz de choro:
  - Me bote no fogo! Me bote no fogo! N'água eu me afogo! N'água eu me afogo!
  - Vamos para a lagoa, gritaram os meninos.
  Foram, pegaram o sapo por uma perna e, t'xim bum, rebolaram lá no meio. O sapo mergulhou, veio em cima d'água gritando, satisfeito:
  - Eu sou bicho d'água! Eu sou bicho d'água!
  Por isso quando vemos alguém aquilo de que mais gosta, dizemos:
  - É sapo com medo d'água."

                              Luís de Câmara Cascudo

Moral: "Nunca confie em sapos."

Imagem: Google

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

HOMENAGEM (Parte 3)

 
 Essa é minha homenagem ao tio Sabá, em seu Aniversário  (20 de janeiro) em vida aqui, entre nós, na Terra, por ter me criado, me amado, educado e respeitado, cuidando de mim como se fosse sua verdadeira filha! 
 Aceite meus Parabéns, titio! Lembrar e rezar, é o mínimo que consigo hoje fazer pelo senhor. Um dia, quem sabe, poderei demonstrar melhor minha gratidão e meu amor, que nunca esqueci e fazer algo mais pelo senhor. E onde quer que estiver, fique sempre ao lado do Bem, com Jesus!
 Obrigada Deus! por me ter dado um Pai maravilhoso como ele foi, apesar de todo sofrimento que passamos juntos, numa família bastante problemática e complicada que trouxe grande prejuízo às melhores etapas da minha vida! Muito carinho e muita luz onde o senhor estiver!
 SAUDADES PROFUNDAS é o que hoje sinto no meu coração!!!  
                          (Sônia Lúcia - sua filha)

Imagem do Google

Homenagem à Cidade do Rio de Janeiro - Brasil, a pedido do Sr. José Otávio de Miranda - Comemoração dia 20/Janeiro.
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Santo São Sebastião - 20 janeiro

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

"O CARINHO QUE FAZ RENASCER"

 
 "Existia uma flor que, quando nasceu, foi criada com o maior carinho. Mas, quando já tinha um mês de vida, começou a ser maltratada. Seu dono não cuidava dela e por isso ela morreu.
  Quando o dono, que era um menino, viu a flor morta ficou triste, então disse para sua mãe:
  - Mãe, minha flor morreu. Essa flor era a que mais gostei até hoje. Não há jeito dela renascer? Sua mãe disse:
- Meu filho, se ela morreu, como é que ela vai renascer? Ninguém renasce quando morre.
 Mas o garoto começou a botar água nela todos os dias. Um dia de manhã, ao voltar da escola, viu que sua plantazinha tinha renascido. Chamou, então, sua mãe.
 - Mãe, venha cá ver! Minha florzinha renasceu! Sua mãe não acreditou muito, mas foi lá ver. Quando viu a florzinha renascida ficou espantada.
 - Mãe, vou cuidar dela com muito carinho, disse o garoto. - Vou também arranjar-lhe outras companheiras para não se sentir só.
  Com carinho e boa vontade, querendo, nós podemos fazer renascer muitas outras coisas bonitas dentro de nós mesmos e no mundo..."

                                                          CRISTINA HEWIS GROSS - Porto Alegre/ RS

Conclusão Pessoal:
Tratar bem pode produzir "milagres." (Sônia Lúcia)

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sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

"O CASAMENTO"



           Aut.; LUCIO M. VARANDA
Lembram,da vaca amarela?
Aquela do coco na tigela

Casou-se no domingo pé de cachimbo,

com o touro valente
e nem convidou a gente.
Disse-me dona aranha
que subiu pela parede,
que a barata estava usando
a mesma saia de filó,
andam dizendo por ai
que ela tem é uma só.
A caveira
aquela do cemitério
não parava de sacudir
porque a formiguinha
não parava de subir.
Pombinha branca
de roupa lavada no casamento
intrigada dizia:
como pode um peixe vivo
viver fora da água fria.
Na ciranda cirandinha
o caranguejo que não é peixe
disse que viu uma barata
na careca do vovô.
Mas como toda boa festa
não podia faltar um barraco
o cravo brigou com a rosa,
fim de festa,
fim de papo.

UM CASAMENTO INUSITADO

UMA HISTÓRIA VERÍDICA INUSITADA: 

 "Noiva casa com corpo de homem que morreu de ataque de coração."Publicado por Alfredo Rodrigues


"Inconformada com a morte de seu futuro marido, uma noiva na Tailândia casou-se com ele mesmo assim, durante o velório do corpo do amado."

1- Natural do Oriente, certa jovem disse que seu noivo, sonhava com o dia do casamento. "Ele nos viu de mãos dadas. Descanse em paz. Eu te amo.... Por favor, saiba que nosso  sonho se tornou realidade".

2- Ele faleceu após um ataque cardíaco repentino pouco antes de  se casar. A morte do noivo foi um choque muito grande para todos os envolvidos na cerimônia.

3- A cerimônia realizou-se. Entretanto, a união não foi oficialmente reconhecida pelas leis tailandesas.

4-  Mesmo assim, a jovem afirmou  estar "quitando um débito" com o seu marido. "Eu sei que um dia ele estará comigo por toda a eternidade", afirmou.

5- "Eu o amei com todo o meu coração, e não consigo assimilar que ele foi tirado de mim. Ele estava esplêndido no casamento hoje. Eu sei que ele teria gostado", completou a noiva.

6- O funeral do noivo teve um ar de angústia, tristeza e compaixão com a pobre noiva.

Questionamentos/ conclusões Pessoais:

Acontecimento macabro?
Amor incondicional?
Amor eternizado pelo sofrimento da perda na Terra?
Quitação de débito mesmo? no sentido de fazer-lhe a vontade, cumprindo um legado ou por remorso de algo prometido que não foi cumprido anteriormente...?


  É muito difícil concluir o que se passa no coração de alguém em estado de choque, vitimada pela perda da morte. Sobretudo quando se é muito jovem, onde sonhos, planos foram construídos; e em seguida ocorre a quebra, a desilusão e o desencanto.

 E no caso em questão, fixou-se na mente da jovem, e a pedido dele, talvez, a ilusão de continuarem unidos, ainda que, mesmo pela simbologia da cerimônia de um casamento sem proibição social ou religiosa, sem vínculo algum, que não seja o pacto da união de dois seres por amor, mas de caráter ilegal, e que vem levá-la à uma quitação de débito para um falso conformismo...; quem sabe para amenizar a dor lancinante, repentina... e ganhar tempo, de repente, como uma luz no fundo do túnel, no que hoje não visualiza tempo para acabar, mas no futuro será eterno...? 
 Aí misturam-se os sentimentos da fé e da esperança que vêm amenizar a tristeza e confortar um coração dorido de amor, mas aceso na dor de um sofrimento incontido. (Sônia Lúcia)


                                    
Texto adaptado do Yahoo Notícias ( ano 2016) - por SôniaLúcia


Obs.: Por não ter como interesse a reportagem em si, assim como para proteger a privacidade da notícia, foram propositalmente ocultados as fotos, os nomes das cidades e do casal envolvido neste relato. (Sônia Lúcia)

...Imagem do Google

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

"HISTÓRIA DE BELÉM" - RESUMO



A região onde Belém se localiza era ocupada pelos índios Tupinambás.
O estabelecimento do núcleo da cidade remonta à conquista da foz do Rio Amazonas, fundamental para a defesa da Amazônia por parte de Portugal. No ponto estratégico escolhido para se estabelecer a defesa do território foi fundado, em 12 de janeiro de 1616, o Forte do Castelo do Senhor Santo Cristo do Presépio deBelém, hoje, conhecido como Forte do Castelo.O povoado que se formou ao redor do forte foi denominado, inicialmente, de Feliz Lusitânia. Depois, chamou-se Santa Maria do Grão Pará, Santa Maria de Belém do Grão Pará e, finalmente, Belém do Pará.
No início do século XVIII, a corte portuguesa embarcava em direção ao Brasil, numa viagem que mudaria completamente o rumo da nossa história. A família real foi parar no Rio de Janeiro, embora Belém tenha se preparado para recebê-la.
Entre 1835 e 1840, a cidade explodiu em sangrento movimento popular independentista: a Cabanagem. Desde a emancipação política do Brasil, em 1822, o Grão-Pará vivia um clima tenso. Distante das decisões do sul do país e fortemente ligada a Portugal, Belém somente reconheceu a Independência do Brasil em 15 de agosto de 1823, quase um ano após a sua proclamação.
A independência não provocara mudanças na estrutura econômica nem modificara as más condições em que vivia a maior parte da população: índios, negros e mestiços.
Em janeiro de 1835, os cabanos dominaram Belém e executaram o governador, Lobo de Sousa, e outras autoridades. O primeiro governador cabano foi o fazendeiro Félix Antonio Malcher, que, fiel ao imperador, foi, também, executado e substituído por Francisco Vinagre. O Governo Regencial retomou Belém. Eduardo Angelim assumiu a liderança dos cabanos, mas a guerra já estava perdida.
Apesar do reconhecimento, por parte do Pará, da independência do Brasil, Portugal continuou mandando no estado. Navios de madeira de lei partiam rotineiramente com destino a Lisboa. Somente na década de 1970, com a construção da Rodovia Belém-Brasília, isso acabou.
No chamado Ciclo da Borracha, entre o final do século XIX e começo do século XX, Belém passou a ter grande importância comercial no cenário internacional e ficou conhecida como Paris N'América. Neste período, foram construídos importantes prédios da cidade, como o Palácio Lauro Sodré, o Teatro da Paz, o Palácio Antônio Lemos e o Mercado do Ver-o-Peso, entre outros.
Paralelamente, chegavam ao Pará levas de imigrantes portugueses, chineses, franceses, japoneses, espanhóis e outros grupos menores, com a finalidade de desenvolverem a agricultura na zona bragantina. Particularmente, os japoneses transformaram o Pará num dos maiores exportadores mundiais de pimenta do reino, a mais nobre das especiarias da Índia.
Assim se compôs a rica cultura paraense, na qual predominam os traços das culturas portuguesa e indígena amazônida.