quarta-feira, 12 de outubro de 2016

HOMENAGEM HISTÓRICA DE TODOS/ PELO DIA DA CRIANÇA



Um dia na vida de todos,
fomos gerados frutos do amor.
Daí a concepção! Esperamos alguns meses 
com muita ansiedade... para nascer.
Nascemos sob a luz do Sol
ou estrelas lá fora a brilhar.
Choramos, fizemos chorar.
Encantamos ao chegar.
Nos formamos bebês
depois de muito sofrer
na escola do mundo.

Usamos fraldinhas. Mamamos no peito.
Papinha na mamadeira também.
Alguns brincaram com a mãe, de avião
Brinquedinhos aquietavam 
o coraçãozinho desalentado.
Bercinhos a balançar.
Colinhos foram muitos, pois
os choros assim o exigiam...
até virem as gracinhas, os sorrisos chegaram.
Mais uma etapa vencida
na escola da vida.

Fomos ao chão na percepçaõ de todos
engatinhamos sob olhares cuidadosos!
Não lembramos quando...
Ficamos de pezinhoooo!
Foi muita emoção
depois que o medo passou!
Demos os primeiros passinhos. 
Ai, que susto! Vai cair!
Mas só no pensamento materno,
pois foram quedinhas de nada!
Pés no chão em terra firme
sobrevivemos! Um ano
de vida na nossa vida!
E a vida continua...

                                                                               Sônia Lúcia

             Obs.: 
           Todos os direitos reservados.

domingo, 9 de outubro de 2016

“UM PRESENTE PARA OS PEQUENOS DEVOTOS”

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“O Círio é uma manifestação religiosa e cultural que independe de idade. Com as crianças e jovens não é diferente. Todos que têm fé se deixam envolver pelas emoções desta que é a maior celebração católica do mundo.
Crianças e jovens sempre participaram das celebrações do Círio de Nazaré, seja como anjinhos, pagando promessa nos ombros dos pais, no Carro dos Anjos, Carro dos Milagres e de outras formas. Até ganharem procissões especiais como a Romaria das Crianças e a Romaria da Juventude, que atraem um crescente número de fiéis.
Por tudo isso, o Diário do Pará celebra essa grande manifestação religiosa do Estado com o livro de colorir “MEU CONTO DO CÍRIO”, um presente para todos os seus leitores, em especial às crianças e jovens, que vão desfrutar de bons momentos de entretenimento e informação.”

“PLÁCIDO JOSÉ DE SOUZA era um caboclo paraense que gostava de passear por locais que, naquela época, eram poucos movimentados. Numa manhã em que estava dando seu passeio costumeiro, Plácido teve uma grande surpresa.
Naquele dia do ano de 1700, Plácido estava passeando pelas margens do Igarapé do Murutucu, bem no local onde hoje é a Basílica de Nazaré. Quando olhou espantado, bem ali, na beirinha do Igarapé, estava uma imagem de Nossa Senhora de Nazaré com o Menino Jesus no colo. Ele recolheu a imagem e ficou admirando-a. Passada a surpresa, Plácido ficou muito feliz e levou a Santinha para sua humilde casa, onde construiu um pequeno altar. Ele colocou a imagem no altar, acendeu uma vela e rezou com fervor, agradecendo pelo presente que ganhara dos céus.
Naquela noite, Plácido dormiu feliz, pois agora tinha uma Santinha para proteger sua casa, Mas outra surpresa aguardava Plácido ao amanhecer. Quando foi fazer sua oração matinal, descobriu espantado que a imagem da Santa havia desaparecido.
Com o coração batendo forte, Plácido saiu correndo para o local onde havia encontrado a Santa. O caboclo deu um sorriso de alívio ao constatar que a imagem estava no mesmo local onde ele a havia achado pela primeira vez. E voltou feliz com a imagem para sua casa.
Mas aquele foi só o começo da história. Todo dia Plácido levava a santinha para sua casa, mas para sua tristeza a imagem tornava a voltar para a beira do igarapé. As autoridades ficaram sabendo do fato e então levaram a imagem para o Palácio do Governo. Plácido ficou triste e, para marcar o lugar onde a encontrara, construiu uma pequena capela, onde todos rezavam para a Santinha.
O tempo foi passando e, em 1792, o Vaticano autorizou a realização de uma pequena procissão em homenagem à Virgem de Nazaré, que pode ser considerada a oribem do Círio. Mas o primeiro Círio oficial foi realizado somente no dia 8 de setembro de 1793. Esta procissão foi organizada pelo presidente da Província do Pará, capitão-mor D. Francisco de Souza Coutinho, e já reunia muitaspessoas.
O tempo passou e a pequena capela que havia sido construída pelo caboclo Plácido foi ampliada e reconstruída, em 1852, transformando-se na Basílica Santuário, localizada no mesmo lugar em que foi achada a imagem da Santa.
A imagem que é levada na Berlinda, durante as procissões do Círio, é a Imagem Peregrina, uma réplica da original. A Santinha que foi encontrada por Plácido está na Basílica, no alto do Glória, e nunca sai de lá, como sempre foi o desejo da Virgem de Nazaré.”
                                 ( DIÁRIO DO PARÁ)
Observação:
Aproveitando o ensejo, também ofereço esta matéria para todas as crianças e jovenzinhos como presente do DIA DA CRIANÇA (em 12/out).  Sônia Lúcia


segunda-feira, 3 de outubro de 2016

COMPROMISSO COM O AMOR



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 Hoje, quando cheguei na porta do meu escritório (eu sou um florista) às 7:00 da manhã, encontrei um soldado do exército uniformizado esperando a loja abrir.  
 Ele estava a caminho do aeroporto para ir para o Afeganistão por um ano.
 Ele disse: “Eu costumo levar para casa um buquê de flores para minha esposa toda sexta-feira e eu não quero decepcioná-la enquanto estiver fora.”
 Ele, então, fez uma encomenda de 52 sextas-feiras à tarde para que entregássemos as flores de sua esposa até que ele voltasse. 
 Eu lhe dei um desconto de 50%, porque eu realmente ganhei o dia ao ver algo tão doce.  (MMT)

Fonte : 

CONTIOUTRA - "10 pequenas histórias"

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

"A GALINHA AFETUOSA (trecho)"

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"Gentil galinha, cheia de instintos maternais, encontrou um ovo de regular tamanho e espalmou as asas sobre ele, aquecendo-o carinhosamente. De quando em quando, beijava-o enternecida. Se saía a buscar alimento, voltava apressada, para que lhe não faltasse calor vitalizante. E pensava garbosa:
-"Será meu pintainho! Será meu filho!".
Em formosa manhão de céu claro, notou que o filhotinho nascia robusto.
Criou-o, com todos os cuidados. Um dia porém viu-o fugir pelas águas de um lago, sobre as quais deslizava.
Chamou-o com louca... e não houve resposta. Ele era um pato arisco e fujão.
A galinha, voltou muito triste, ao velho poleiro.
- Choquei um ovo de quem não pertencia a família...
Encontrou outro ovo... chocou-o. Outro ovo, outro filho nasceu. Tratou-o com mil cuidados... e notou que não era pintainho. 
Um dia, o corvinho voou, juntando-se a outros.
A galinha sofreu muitíssimo".
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(Trecho de A GALINHA AFETUOSA, livro "Alvorada Cristã" psicografado por FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER  -  retirado da obra "A Vida e a Vida de Chico Xavier de Eliezer Branco)

CONCLUSÃO PESSOAL:

  Reportando essa bela e triste historinha de uma mãe irracional a uma mãe racional, observo o quanto ela tem de verdade! Quantas mães têm passado por situações semelhantes, e o que ainda traz o agravante de ser um filho de sua própria espécie, de seu próprio sangue, retirado sob as dores sentidas em seu próprio ventre?! Observamos na dureza da realidade, ainda, que durante a inocência infantil, o filho mostra-se totalmente dependente e submisso aos conselhos que sua genitora lhe oferece, desde que o mundo se descortina a ele ou ela. É a sua diva, a mulher de sua vida... porém, depois, ao passar da fase infantil, muitas vezes, no seu pobre intelecto que a mãe tanto carinho e atenção lhe dispendeu, seu coração endurece, sendo ela a última pessoa a querer-lhe o bem e merecer sua atenção. Pobre espécie esta que desfila no mundo dos racionais! De quanto amor precisamos ainda para que as Leis de Deus sejam reconhecidas e cumpridas pelas pobres leis humanas e considerá-las como as únicas e verdadeiras LEIS!

 Pensemos nisso e reforcemos em nossos corações, a bondade e o reconhecimento de tê-las como precursoras da vida, da vida de cada ser que existe neste mundo!  
                                                  SÔNIA LÚCIA


Ilustrações do Google Resultado de imagem para O desvelo de uma mãe

A LINDA HISTÓRIA DE JONNY E XENA

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  Há cerca de dois meses uma cadela foi resgatada por uma associação de proteção dos animais em uma estrada nos Estados Unidos. Depois de algum tempo de tratamento a cadela se recuperou de forma surpreendente. Ela foi batizada de Xena, numa alusão ao espírito guerreiro que a permitiu sobreviver.
  Após sua recuperação total, Xena foi adotada pela família de um garoto chamado Jonny, uma criança com 8 anos diagnosticada com autismo. Após esse dia a vida de Xena e Jonny nunca mais foi a mesma.
   A amizade entre Xena e Jonny foi tão instantânea e forte que trouxe Jonny para fora do mundo particular no qual ele se havia isolado. Em poucos tempo Jonny começou a conversar, cantar e demonstrar interesse pelas coisas que o rodeavam. Antes de adotar Xena, a família de Jonny gastou milhares de dólares em tratamento e terapia e nada foi tão eficaz quanto o laço de amizade entre Jonny e Xena. A cumplicidade entre os dois fez com que Jonny abrisse os horizontes de seu mundo.
  A história dos dois ficou famosa no mundo todo. Os fãs de Xena doaram um valor superior a 30 mil dólares. Todo o dinheiro será agora investido em um fundo com o nome da cadela que terá como objetivo ajudar animais que foram maltratados e abandonados.
Observações:
Pesquisa na Internet
Imagem do Google - apenas como ilustração

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

A HISTÓRIA DE JOHN

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 Essa é uma história verídica de um menino de 9 anos, que vou usar o nome fictício de John.
  Todos os dias após sair da escola, o pequeno morador dos Estados Unidos, entrava na casa de uma vizinha sem ser visto, para fazer carinhos e brincar com sua cadela por nome Duchess (Duquesa, em português). Até que a dona da casa notou a presença do menino através do circuito de segurança ali instalado. Porém ela não tinha ideia de quem viria a ser o “estranho” visitante. Então, resolveu postar o vídeo no Facebook, na esperança de descobrir a identidade do "intruso".
  O post foi visto 4 milhões de vezes e compartilhado por outras milhares de pessoas. E entre todos os que foram assistidos, estava John; a mãe do garoto, reconheceu seu filho nas imagens e entrou em contato com a dona da cadela.
  De acordo com ela, John estava deprimido desde a morte de seu cachorro de estimação e a partir desse dia, ele pedia um novo cãozinho para a família. Mesmo com a recusa de sua mãe em ter um novo animal, o destino decidiu intervir e alegrar a vida do menino. Um vizinho tinha um filhote e preferindo não adotá-lo, decidiu dá-lo de presente para o garoto. Legal, né?
  Atualmente Drake, o filhotinho de apenas dois meses e meio, vive feliz e ganha muitos carinhos e abraços ao lado de seu novo dono John, apaixonado por cães . 
Obs.: A fonte é uma história verídica, noticiada no Yahoo, porém com algumas adaptações   do texto original para facilitar a leitura no blog, feitas por Sônia Lúcia.
 
               Imagem do Google