| Vinte e quatro horas por dia, 365 dias por ano, estas são as horas propícias para invocação dos Anjos de Deus. Marcar hora e minuto para contato com os Anjos é o mesmo que acreditar que eles vivem condicionados à presença do tempo e ao relógio mecânico aos quais nos subordinamos na terra.
O que na realidade você deve fazer, em seu próprio benefício, é manter uma constância diária, no que diz respeito a um horário para suas orações e meditações dirigidas aos Anjos e a Deus. Essa hora deverá ser aquela que lhe seja mais propícia e que lhe permita permanecer tranquilamente, por tempo prolongado, em meditação e oração.
Além disso, a qualquer momento em que seu coração e sua mente estiverem voltados para a construção do amor, do bem e da fraternidade seu Anjo da Guarda, e também outros Anjos de Deus, estarão com você trabalhando para seu crescimento espiritual e buscando realizar seus pedidos.
Faça-os com fé, com amor iluminando todo o seu ser. Se você deixar nas mãos de Deus a realização de seus pedidos, apenas aqueles que forem para o seu bem serão realizados. Caso contrário, você pode utilizar seu livre arbítrio, todos seus pedidos poderão ser realizados, desde que você saiba como pedir, porém não deverá depois culpar à Deus ou aos outros pelas consequências que advirão.
Lembre-se que : “tudo far-se-á segundo a sua vontade.”
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São pequenos contos de vários autores coletados ao longo de um tempo que lhe servirá como livro de cabeceira para momentos de reflexão ou mesmo de insônia. Alguns deles não são novidades, porque, no decorrer da vida, já o encontrou nos livros didáticos ou de estórias, ou ainda contados como "causos". Trata-se de uma obra com estorinhas populares e de fácil compreensão que trazem mensagens voltadas para o bem maior, que é o cultivo do amor e da paz.
terça-feira, 7 de junho de 2016
ANJOS
domingo, 5 de junho de 2016
domingo, 29 de maio de 2016
UM CASO REAL

Ademilson foi meu primeiro namorado. Nós nos amávamos tanto que decidimos casar super cedo – eu tinha 14 anos e ele, 16 – e cinco meses depois eu já estava grávida. Tivemos dois filhos, a Luana, de 24 anos, e o Luan, de 23. E fomos muito felizes até a madrugada daquele 5 de setembro de 1998. O Ademilson tinha saído para ver uns amigos e não voltou na hora combinada! Estranhei, ele sempre avisava quando ia atrasar. Veio a noite, o dia amanheceu... e nada! Como não tinha celular na época, esperei dar 7 h, que era a hora em que ele entrava no trabalho, e liguei na firma atrás dele.
Quando soube que meu homem não tinha ido trabalhar, me desesperei e liguei para o pronto-socorro. A recepcionista disse que ele estava internado: havia levado um tiro na cabeça numa briga. Ingênua, cheguei ao hospital assustada, mas achando que meu marido seria operado e tudo ficaria bem. Não poderia estar mais enganada: o Ademilson teve morte encefálica e faleceu três dias depois.
Como ele era doador e seus órgãos estavam intactos, os médicos sugeriram a doação. A princípio, eu resisti. Estava sofrendo demais, não queria ter que pensar nisso também. Até que um médico disse: “Sei que o grande amor da sua vida morreu, mas doar os órgãos dele é um jeito de deixá-lo vivo em outras pessoas”. Ele tinha razão! Doei rins, córneas e coração. Assim, Ademilson “ficou vivendo” em cinco pessoas. Um ano depois, um homem bateu palma no nosso portão. Quando apareci, ele disse: “Muito prazer, meu nome é Celedino e sou o rapaz que recebeu o coração do seu marido”.
Fiquei paralisada. Nem minha voz saía. Apesar de ter aprovado a doação, eu não quis ter contato com os receptores. Eles me lembravam da morte do Ademilson. Só que o Celedino é budista e, de acordo com seus princípios, deveria agradecer a quem o ajudou. Por isso, mesmo morando a 300 km de mim, arranjou meu endereço no hospital e veio bater na minha porta. Quando me recuperei um pouco do baque, estendi a mão para cumprimentar o Celedino. Ele me puxou, me abraçou forte e disse: “Sinta o coração do seu marido bater!” Fiquei tão comovida que minhas pernas amoleceram. Unidos por aquela emoção, firmamos uma amizade muito bacana. Ele entrou, conheceu as crianças e criou uma afeição muito grande por elas. Para você ter uma ideia, às vezes eu estava trabalhando na loja em que era vendedora e o Celedino, que sempre fazia exames de rotina no hospital perto de casa, passava lá para levar as crianças à escola.
Ele não teve filhos biológicos (naquela época, era casado com outra pessoa) e acabou adotando os meus. Não sei, acho que ele tinha a sensação de que devia algo para a gente. Mas nunca cobrei nada, apenas gostava da amizade que tínhamos criado.Notei que o Celedino era muito parecido com o Ademilson Nessa convivência, notei coincidências assustadoras entre Celedino e meu falecido marido. Ambos eram muito gentis, faziam amigos fácil e amavam Raul Seixas. A coleção de discos que o Celedino tinha do cantor baiano era idêntica à do Ademilson!
Dois anos depois de nos conhecermos, o Celedino se divorciou e abriu uma oficina de pintura de moto na minha cidade. Um dia, fui levá-lo até o portão e acabamos nos beijando. Que susto! Juro que nunca havia olhado para ele com olhos de amor. Tinha, inclusive, outros namoricos. Celedino abriu o jogo: estava a fim de mim. No início, resisti. Me senti um pouco culpada por me envolver com o homem que carrega o coração do meu falecido marido. Mas meus filhos fizeram campanha, pediam que eu ficasse com o “novo pai” deles – pois é, eles chamavam o Celedino de pai. Aí, fui me envolvendo e me entreguei.
E olha que maluco: o Celedino passou a me chamar de “gata”, o mesmo apelido que meu falecido marido tinha me dado. Nós não nos casamos de fato, mas moramos juntos há 12 anos. Foi a melhor coisa que me aconteceu depois que o Ademilson foi embora. Não tivemos filhos porque fiz laqueadura aos 17 anos. Mas nossa família é muito unida, todo mundo gosta do Celedino e aprova nosso amor. Como se fosse a peça que estava faltando no quebra-cabeça da minha vida, ele se encaixou direitinho. Assim como o coração do Ademilson encaixou no Celedino: o prazo limite para um transplante é de dez anos, e o coração do meu amor continua batendo sem nenhum problema há quase 16! Tudo conspira a nosso favor, porque o Celedino é o segundo grande amor da minha vida.
História de: Leila de Oliveira Mendes
Autor: Revista Sou mais eu Publicado em: 13/07/2015
Imagem do Google
Pesquisa na Internet poe Sônia Lúcia
RAIOZINHO DO SOL

Esta é a
história de um raiozinho de Sol, que por ser também brilhante, amanheceu certa
vez apagado, tristonho e chorando muito por não poder naquele dia, cumprir suas
tarefas diárias, no horário de sempre, pois tinha como rotina:
Acordar
o mundo com sua boa disposição saudando as pessoas, animais e plantas
alegremente em toda a parte por onde passava; secar as folhas e pétalas das
gotas de orvalho serenadas durante a noite; iniciar a secagem das primeiras
roupas estendidas cedo nos varais; aquecer os frutos que amadureciam nas
árvores; contribuir para a saúde dos bebês, dos idosos e doentes que se
aqueciam nas primeiras horas matutinas de cada dia e oscular cada flor que encontre no caminho; buscando-as nos campos e nas matas e nos jardins das madames e dos ricaços.
Ufa! Era trabalho demais! Mas que ele se sentia muito feliz em executar por lhe causar grande prazer.
E assim, o pequenino, sempre animando e despertando todos, era a primeira vez, desde que nascera, que se sentia nostálgico e por demais descontente.
Ufa! Era trabalho demais! Mas que ele se sentia muito feliz em executar por lhe causar grande prazer.
E assim, o pequenino, sempre animando e despertando todos, era a primeira vez, desde que nascera, que se sentia nostálgico e por demais descontente.
O motivo? É que seu pai, o Rei Sol, ao
atravessar do Oriente para o Ocidente, em Terras brasileiras, deparou-se com
terrível tempestade, seguida de ventania, trovões e relâmpagos durante toda a
madrugada, amanhecendo bastante resfriado. Dessa forma, esperava aquecer-se um
pouco para desmembrar o seu Universo querido, como fazia todos os dias. Porém, Raiozinho
se recusava entender e esperar pelo momento adequado para realizar suas ações do dia. Parecendo
até que nada sentira durante o acontecido da madrugada.
E papai Sol, amigo bastante afetuoso do
filhinho caçula, não mais sabendo o que dizer ao seu amadinho, pediu a permissão
do Criador para entrar em contato telefônico
com a mãe Lua que já tinha notícias da situação, o que lhe foi concedido. E como toda e qualquer genitora preparada para o amor, mas também, para a rigidez que a situação exigir, em qualquer ocasião, falou-lhe assim:
-Amado filhinho, primeiramente obrigada por ser responsável com seus afazeres, porém, nada mais justo do que esforçar-se por entender o momento em que seu pai está passando, pedindo-lhe a paciência que ele ensinou a você, desde seu nascimento, tendo-o educado com todo seu carinho e amor. E é por este motivo que venho pedir-lhe como mãe, mas com determinação, que obedeça e espere conformado a hora de seus afazeres, ainda que atrasado, pois se não parar de chorar imediatamente, receberá um castigo à altura do comportamento que hora apresenta.
Assustado com o que lhe dissera sua mãe, concordou, com a cabeça e aos poucos foi "engolindo" o choro.
Nessas alturas, já se sentindo recuperado, seu paizinho, o Sol, surge solícito, pedindo que se preparasse para as, tão desejadas, tarefas daquele dia. O tempo, com toda a sua naturalidade, marcava 10 horas.
Feliz em poder novamente colaborar, Raiozinho do Sol deu início ao seu trabalho, primeiramente beijando o Pai e em seguida reverenciando todo o Universo que, por sua vez, o esperava de forma ansiosa, porém pacientemente, para as tarefas daquele 1º de maio.
AUTORA: Sônia Lúcia
A autora todos os direitos respeitados.
Imagem do Google
quinta-feira, 26 de maio de 2016
"A MENINA DO LEITE"
Era a primeira vez que iria à cidade, vender o leite de sua querida vaquinha.
Colocou sua melhor roupa, um belo vestido azul, e partiu pela estrada com a lata de leite na cabeça.
Ao caminhar, o leite chacoalhava dentro da lata.
A menina também, não conseguia parar de pensar.
"Vou vender o leite e comprar ovos, uma dúzia."
"Depois, choco os ovos e ganho uma dúzia de pintinhos."
"Quando os pintinhos crescerem, terei bonitos galos e galinhas."
"Vendo os galos e crio as galinhas, que são ótimas para botar ovos."
"Choco os ovos e terei mais galos e galinhas."
"Vendo tudo e compro uma cabrita e algumas porcas."
"Se cada porca me der três leitõezinhos, vendo dois, fico com um e ..."
A menina estava tão distraída em seus pensamentos, que tropeçou numa pedra, perdeu o equilíbrio e levou um tombo.
Lá se foi o leite branquinho pelo chão.
E os ovos, os pintinhos, os galos, as galinhas, os cabritos, as porcas e os leitõezinhos pelos ares."
Moral da história:
"Não se deve contar com uma coisa antes de conseguí-la."
FÁBULA DO ESOPO, adaptada por Christiane Angelottisexta-feira, 20 de maio de 2016
O ROMPIMENTO DE UM NOIVADO

Um dia, certa jovem de 20 anos, após um simples desentendimento com seu noivo, partiu para vingar-se do-pequeno mal que ele
lhe fizera, indo em busca de um “ficante”. E foi então, que começou uma nova
estória, sem concluir o antigo romance, ou seja, não tendo terminado o noivado, pôs-se a enganar o noivo e o ficante que arrumara.
Passou a intensificar mais seu plano quando descobriu que o moço com quem “ficara”, fora amigo de escola de seu noivo, mas não se viam há
algum tempo. Para complicação do ato, ele também era noivo de uma conhecida
sua, do que ela estava ciente. no entanto a determinada ficante, muito aborrecida, queria
vingar-se do noivo, custasse o que custasse, a quem dizia amar “perdidamente”.
Em
pouquíssimo tempo, o moço ficante iludira-se e, o que deveria ser uma simples
paquera, transformou-se em paixão de verdade. O que não aconteceu com a jovem,
uma vez que, tendo a raiva passado, ela terminou o namoro com o ex amigo de seu noivo.
E diante da resistência dele em não separar-se, ela contou-lhe a verdade. Muito
aborrecido por se considerar um otário, ter sido traído e enganado e até por
ter terminado o seu noivado, procurou seu rival e o colocou ao par de todo o acontecido.
Não houve acordo de nenhuma parte, pois a
noiva do ex amigo e agora, ex ficante, não o aceitou de volta, assim como o
noivo enganado, dispensou a traidora, sem perdoá-la. O ex ficante também não a quis
mais, nem como amiga. E toda situação vazou
a público; os familiares e amigos souberam do acontecido e assim foi o
desfecho de duas histórias que poderiam estar entre os mais bonitos romances
daquela pequena cidade do interior, onde parece que os parceiros ainda não têm
tolerância nem aprenderam a perdoar. Haja povinho difícil!
CONCLUSÃO:
E
aí meus leitores amigos, apreciaram minha desaforada historinha? Não? Pois bem,
eu também não! Mas essa é apenas uma mirabolante e criativa história de
fantasia que nunca aconteceu de fato. E na Globo, no SBT ou na RECORD, ela nunca deverá chegar.
Mas
quem sabe outro dia, haverá de chegar-me uma nova inspiração e faça sua
continuidade, onde as partes já evoluídas e mais amadurecidas chegarão ao
perdão e muito provavelmente a um acordo para que tenhamos um lindo FINAL FELIZ?
Autora: Sônia Lúcia
Ilustrações do Google
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