quinta-feira, 2 de abril de 2020

HISTÓRIA DE ESAÚ E JACOB (bíblico)



O jovem Jacó cuida de ovelhas

"Gêmeos que eram diferentes


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OS DOIS meninos, aqui, são bastante diferentes, não são? Sabe como se chamam? O caçador é Esaú, e o menino que cuida das ovelhas é Jacó.
Esaú e Jacó eram filhos gêmeos de Isaque e Rebeca. O pai, Isaque, gostava muito de Esaú, porque era bom caçador e trazia coisas para a família comer. Mas Rebeca gostava mais de Jacó, porque era um menino quieto e mansinho.


O jovem Esaú gosta de atirar com arco e flecha
O avô Abraão ainda vivia, e podemos imaginar quanto Jacó gostava de escutá-lo falar sobre Jeová. Abraão, por fim, morreu aos 175 anos de idade, quando os gêmeos tinham 15 anos.
Quando Esaú tinha 40 anos, casou-se com duas moças da terra de Canaã. Isso entristeceu Isaque e Rebeca, porque essas mulheres não adoravam a Jeová.
Daí, certo dia, aconteceu algo que fez Esaú zangar-se muito com seu irmão Jacó. Havia chegado o tempo em que Isaque devia abençoar o filho mais velho. Já que Esaú era mais velho do que Jacó ele esperava receber essa bênção. Mas Esaú já havia antes vendido a Jacó o direito de receber a bênção. Também, quando os dois nasceram, Deus disse que Jacó ia receber a bênção. E foi assim que aconteceu. Isaque deu a bênção ao seu filho Jacó.
Depois, quando Esaú soube disso, ficou zangado com Jacó. Ficou tão zangado que disse que ia matar Jacó. Quando Rebeca soube disso, ficou muito preocupada. Ela disse ao seu marido, Isaque: ‘Será horrível se Jacó também se casar com uma moça de Canaã.’
Assim, Isaque chamou Jacó e lhe disse: ‘Não se case com uma moça de Canaã. Antes, vá até a casa de seu avô Betuel, em Harã. Case-se com uma das filhas do filho dele, Labão.’

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

UM HOMEM BOM

   
     Nessa história venho narrar a existência de um sujeito simples e muito bom. 
Resultado de imagem para imagens  gifs do Google relacionadas ao homem de bem - com   Vivera solidário com todos e portanto, amorosamente, por um século vivido na Terra. Muito abatido o velhinho, porém, chegara o dia de sua partida, uma vez que chega para todo mundo e para o seu Juvenal, não foi diferente.
  Chegaram então os parentes e amigos de moradas mais distantes, para a despedida, e ele logo iria "embora", após conversar, bem devagar e baixinho, com todos ali; pedia que não chorassem, pois estava muito feliz pelos aprendizados recebidos e conquistas realizadas com tudo o que fizera nesse plano terrestre, mas  tendo muito ainda que aprender... Seu corpo não respondia mais pelas atividades de anos e anos em prol do bem; não tinha mais condições das realizações que até pouco tempo fazia. Suas pernas não davam mais conta dos quilômetros alcançados para visitar àqueles que precisavam, sua fala titubeante, olhos com visão turva e audição difícil... Não! Seu Ju, como era conhecido por todos, não conhecia mais o prazer do bem praticado desde a infância que aprendera com os pais e avós. 
  E lhe falavam que estavam emocionados demais para não chorar, mas também felizes por ele.  
   Um tataraneto porém, arriscou uma pergunta. Para ele, muito importante:
   -Tata, você vai pro Céu, né mesmo? Ao que respondeu, com dificuldade, mas sempre sorrindo:
   - Não importa para onde... Quero continuar atendendo os irmãos necessitados de mim. Assim... serei ainda e sempre feliz. E vagarosamente acenava pedindo ósculos dos presentes. Ao chegar no último, fechou as pálpebras cansadas e com um profundo suspiro, o bom homem partiu com um rosto sem rugas, tendo rejuvenescido bruscamente em semblante tranquilo. E ao mesmo tempo um ramalhete de rosas de cor em matiz naquela humilde casinha, recendia repentinamente um doce aroma espalhado por leve brisa que entrava pela janela do quarto na hora do Sol se pondo no horizonte. O que surpreendeu quem  estava ali. Alguns até comentaram ter visto pingos de luz nos ares daquele ambiente. Entre as várias crianças então, foram unânimes nesta visão...
   Deixemos seus familiares e verdadeiros amigos com a precoce dor da saudade, para nos deliciarmos com a partida do seu Juvenal.

   O que terá acontecido com nosso personagem? 

   Do outro lado, tranquilo dormia como um verdadeiro Anjo. Seu Guardião nunca  o vira dormir tanto e tão serenamente... E então, o acordaria? Que dó! - Vou esperar mais um pouco sua hora de acordar.
   Mas não demorou muito... Então seu guardião falou meigamente em pensamento:
  - E  aí parceirão? Nossa luta continua... E esboçando sorriso brincalhão, continuou:  
  - Moleza agora, não dá, né velho?! (Conversavam assim antes, em sonho, após os  atendimentos fraternos  que faziam juntos).
  Lentamente o Ju foi acordando meio espantado, procurando a porta para sair. Até que sentiu e viu as diferenças. 
   - Oi! onde estou? Não morri? Cadê os Anjos com suas harpas? 
   - Ih, velhinho! Por enquanto, nada disso! No Paraiso você sempre esteve, pois este é igual a sua felicidade. Está dentro de você!  E após um refazimento breve, já que seu corpo espiritual está perfeito e tendo resgatado o que precisava nessa estadia na Terra... vai conhecer a Colônia, sua nova morada. E na sequência, estudar para depois, fazer o que mais gosta, ajudar quem precisa. Combinado? Mas... como está se sentindo agora?
  - Sim, tá bom! Estou me sentindo muito bem! Não  sabia que era assim. E quando me permitir, vou logo atender quem precisa, como gosto e sempre quis. Respondeu ainda titubeante.
   No decorrer, tudo aconteceu conforme o planejado por Deus e de acordo com os merecimentos do velho Juvenal. Afinal suas obras terrenas, sua disciplina de homem bom, simples, solidário e caridoso, ditaram o  seu futuro nessa sequência lógica do plantio que fez no mundo que acabara de deixar para trás.

   E então? Esta é uma história que criei, sem emoções fortes, "água com açúcar" como diriam muitos, mas voltada para o Bem, através de um personagem que trouxe o seu bom exemplo, vivendo como deveria viver cada um de nós... Deste modo, o melhor que temos a fazer é seguir este caminho, e com a bússola da simplicidade, acreditar que a solidariedade junto à prática constante da caridade nos leva com perseverança e fé à nossa evolução como seres espirituais que somos.
                                                               Autoria: Sônia Lúcia

  NOTAS IMPORTANTES: 
  Obra escrita inteiramente criativa, própria e individual e que requer a exigência da identificação, caso alguém se interessar em compartilhar ou copiar. OBRIGADA!

 Imagem do Google simplesmente com fins ilustrativos. 


domingo, 9 de fevereiro de 2020

PAPAGAIO AGITADO

  Resultado de imagem para o papagaio e a gatinha
   Era uma vez um papagaio.
   Único animal da grande casa de seus donos.
   Vivia a andar ou voar, durante o dia, o tempo todo.
    Agitado como o quê! Falava tudo o que ouvia.
   Até diziam que era a mais inteligente das aves de sua espécie; suas penas tinham as cores do Brasil.
   Seu nome era duplo: Lorico brasileirinho.
 Muito carinhoso, entregava sua cabecinha para também receber carinho de qualquer pessoa. Amava crianças e idosos, principalmente.      Porém detestava gatos. E quando Miroca, a cinzenta gata do vizinho era vista por ele, então, Lorico virava o "capeta", emitia palavrão, girava, girava e suas penas se arroxeavam, mudando totalmente de cor. E partia com bicadas pra cima de Miroca.   
   Francisco, o dono da gatinha bufava de raiva. Mas gostava dele apesar de tudo.
 Por isso ficou a pensar o que fazer para mudar a atitude desse bichinho tão simpático em outros momentos. E pensou, pensou... Pensou por vários dias, enquanto Miroca vivia presa, escondendo-se do "inimigo" declarado. E tristinha, miava baixinho quando atacada; seu miado mais parecia um gritinho de socorro. E do seu olhar então, nem se falava.
  Francisco, e Lourival dono de Lorico eram amigos e viviam conversando sempre sobre todos os assuntos.
  Valendo-se do dom da fala de Lorico, com sua "inteligência", a imaginação do vizinho, focou no aspecto; - por que essa cisma do Lorico com Miroca??? Com ninguém mais ele é assim...
 Até que num belo dia em que o sol nascia com os animais do sítio, o moço Francisco, num gesto automático, levantou-se da cama de ímpeto, despertando antes de seu relógio, juntamente com suas galinhas. E com a expressão de alegria bradou em alta voz:
   - Viva o Sol! Viva o mundo e seu Criador! E correu em direção da cerca que separava a sua da casa de seu vizinho Juvenal que, espantado, acordara, e esfregando os olhos disse assim:
   - Que houve amigo, tirou na sorte grande ou arrumou ontem uma linda namorada?!
   - Nada disso, vizinho! Somos amigos, mas não vou contar ainda sobre um sonho maluco e uma ideia extravagante que surgiu para resolvermos a pendenga de seu louro malvado com minha gatinha. Mas vou resolver após amadurecer meus pensamentos loucos. Só preciso do seu consentimento para levá-lo a um passeio comigo. Somente eu e ele. Confia? 
   - Olha lá, amigo... E coçando a cabeça, continuou:
   - Tá bom Chico, resolvido! Confio no amigo. Vai!
    E assim foi por uma semana. E na outra seguinte, levou também a Miroca, após três tentativas de aproximação dos dois... resolveu levar também o "prêmio": um apetitoso pedaço de abóbora, cozida no leite de coco (alimento mais apreciado por Lorico, e também por Miroca - dois pedaços então). 
   E a transformação foi visível ao findo de 90 dias!
    - Como aconteceu isso? Falou o parceiro.   
    - Ah, bom amigo!... Deixa pra lá por enquanto, um dia lhe contarei em detalhes. Estou  cansado dessa história agora. Mas fique sabendo que até hipnotismo aconteceu para que hoje esse menino apresentasse essa transformação.
   - Está bem. Graças a Deus deu tudo certo. Estou grato a você! Quero saber, mas fico no aguardo. Muito obrigado!
   E abraçaram-se mutuamente como fazem os bons camaradas.
   
                                                                    XXXXXXXXXXXXX

  Quem sabe outro dia continuarei a estória de Lorico & Miroca e contarei como foi que Francisco conseguiu modificar seu vizinho papagaio? Não custa aguardar...
     Obrigada!

   E aí, você gostou da estorinha que inventei? Eu gostei muito, mas sou suspeita para opinar. 
  Saiba ainda que ela surgiu de repente nesse cérebro repleto de pensamentos excêntricos, às vezes. E que, de vez em quando, dá asas a sua imaginação.
    
   Que nota você daria a esse cérebro impossível? 
    

                                      Autora: Sônia Lúcia
                                     (Em: 01/02/2020) 

Notas: *Direitos autorais exigidos.

            *Imagem do Google.
   
     
                   

sábado, 18 de janeiro de 2020

COMEMORAR É PRECISO



Pu

Dia Mundial do Riso

Dia do RisoHoje comemoramos o Dia do Riso!
O riso traz alegria, bom humor, saúde e além de tudo aproxima e atrai as pessoas. Quem ri todos os dias consegue levar uma vida mais tranquila e feliz.
Além do mais, rir nos faz relaxar! Você sabia que quando rimos o nosso corpo pode chegar a movimentar cerca de 80 músculos? Este exercício diário retarda também o aparecimento das temidas rugas durante o processo de envelhecimento.
Mas o riso não exercita somente o rosto, e sim o corpo todo, podendo mexer também com o cérebro, garganta, coração, tórax, pernas e pés!
Viver sorrindo e dando risadas é muito mais gostoso! Não deixe nunca de sorrir! :

Como e o porque desta Data Comemorativa

 Rir é tão bom que 18 de janeiro foi considerado o dia internacional do riso por alguns.
 Porém há outros sites que identificam a mesma data como o dia Mundial do Riso (conforme verifiquei durante minha pesquisa. Da minha parte, essas informações me deixaram confusa. Afinal é internacional ou Mundial???).   
 Recomendamos pesquisa mais apurada.

Tudo começou em 1995, quando o médico indiano Madan Kataria resolveu fundar o primeiro clube da risada, como método terapêutico para seus pacientes.

Material de Pesquisa, através do Google
 realizada por Sônia Lúcia

segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

ANIVERSÁRIO DE BELÉM

   - HOMENAGEM A BELÉM em seu 404º ANIVERSÁRIO                                                    (12 de janeiro de 2020)
Prefeito Zenaldo Coutinho apagando as velas de aniversário de 404 anos de Belém neste domingo (12), no Complexo do Ver-o-Peso — Foto: Oswaldo Forte/ComusPrefeito Zenaldo Coutinho apagando as velas de aniversário de 404 anos de Belém neste domingo (12), no Complexo do Ver-o-Peso — Foto: Oswaldo Forte/Comus
Prefeito Zenaldo Coutinho apagando as velas de aniversário de 404 anos de Belém   domingo (12), no Complexo do Ver-o-Peso — Foto: Oswaldo Forte/Comus
A capital paraense completou 404 anos no domingo (12) e para comemorar a data, a Prefeitura de Belém realizou uma programação durante todo o dia com o tradicional "parabéns" e bolo gigante para a população no Ver-o-Peso, um dos pontos turísticos da cidade.
A comemoração começou às 8h com missa na Catedral da Sé, no bairro da Cidade Velha. Em seguida, a comunidade evangélica da Assembleia de Deus deu um abraço de oração e gratidão por Belém, em frente ao Palácio Antônio Lemos. Na sequência, houve o parabéns e corte do bolo às 10h, no complexo do Ver-o-Peso.
Este ano o doce esteve com 20 metros de comprimento. Antes mesmo do bolo ficar pronto, dezenas de pessoas já aguardavam na fila para comer ou levar um pedaço do bolo.
A partir das 18h houve uma programação cultural com shows de escolas de samba e guitarradas no Portal da Amazônia.
OBS. Segue reportagem... 
           Vide GOOGLE, Site:Por G1 PA — Belém
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MINHA CIDADE MORENA

Doces SAUDAÇÕES à
minha cidade batuta!
Que com sua brejeirice
não nega seu cognome
não nega o título
que nos diz o que ela é:

C I D A D E  BREJEIRA!

Minha Terra Natal.
Criei-me em seu coração
onde aprendi a amá-la
após o medo daquela 
enorme mansão!

C I D A D E  FACEIRA!

Ali a conheci.
E lá eu percebi
como era minha Belém,
com suas ricas Mangueiras
a minha porta...
O que iniciou o meu despertar 
para que hoje a engrandecesse
e viesse lhe AMAR!

C I D A DE  MORENA

Seu doce fruto
saboreado às escondidas...
durante o escurecer gostoso, 
naquele lindo jardim florido
das noites serenas...
seguido de um adormecer tranquilo...
Ai que saudade sinto... de minha

C I D A D E  BREJEIRA

Sua belíssima praça 
da República.
Hoje é o seu nome!
Ali, tudo perto!
Cinemas com parque
e outras diversões.
Lá estava também
a Santa Basílica.
Hinos cantados junto à Orações
pelo povo em multidão 
sob piedosa Fé no Círio
de Nazaré, Santa soberaneira desta

C I D A D E  FACEIRA

Lembranças de "Santa Catarina",
a 1ª escola da minha vida!
E neste casarão/moradia 
ocorreu o tombo no baile 
do meu 1ºcarnaval infantil
sob o guiar do meu tio Sabá.
um "pai" que sofreu
por muito me amar!

Estas são algumas reminiscências 
do lugar mais expressivo
e bonito do Brasil, minha

C I D A D E  MORENA !

                PARABÉNS para nós, BELÉM!!!


                             Sônia Lúcia

Imagem do Google