São pequenos contos de vários autores coletados ao longo de um tempo que lhe servirá como livro de cabeceira para momentos de reflexão ou mesmo de insônia. Alguns deles não são novidades, porque, no decorrer da vida, já o encontrou nos livros didáticos ou de estórias, ou ainda contados como "causos". Trata-se de uma obra com estorinhas populares e de fácil compreensão que trazem mensagens voltadas para o bem maior, que é o cultivo do amor e da paz.
sábado, 12 de setembro de 2015
"A AMIZADE É UM DOM"

"O Imperador Júlio César era amigo de Marcos Júnio Brutus.
Nos idos de março, em 44 antes de Cristo, César entrou no prédio do Senado Romano como sempre, mas nesse dia ele foi saudado por seus assassinos. Lutou para escapar, enfrentando os conspiradores.
Então ele viu, aproximando-se de adaga em punho, pronto a golpeá-lo, seu amigo e confidente Brutus.
Decepcionado César puxou a toga da cabeça e disse:
- Até tu Brutus!
Sem mais resistência foi de encontro com a morte.
Pergunto?
- Quem é o melhor amigo: o cachorro ou o homem?
Se a resposta for o cachorro, estamos fora do plano inicial da criação. Precisamos ser amigos uns dos outros, precisamos unir forças para conseguir melhoras em todas as áreas da vida."
"Uma andorinha não faz verão;
Uma só pessoa não é multidão;
Uma gota só não é chuva não;
Um soldado só não é batalhão;
Um atleta só não é time não;
Uma corda só não é violão;
Saiba que a força está na união."
Jader Santos
Imagem do Google
quinta-feira, 10 de setembro de 2015
"TUDO COMEÇOU COM O CUPIDO"
Cupido, também conhecido como Amor, era o deus equivalente em Roma ao deus grego Eros. Filho de Vênus e de Marte andava sempre com seu arco, pronto para disparar sobre o coração de homens e deuses. Teve um romance muito famoso com a princesa Psiquê, a deusa da alma. Cupido encarnava a paixão e o amor em todas as suas manifestações. Logo que nasceu, Júpiter, pai dos deuses, sabedor das perturbações que iria provocar, tentou abrigar Vênus a se desfazer dele. Para protegê-lo, a mãe o escondeu num bosque, onde ele se alimentou com leite de animais selvagens. Cupido era geralmente representado como um menino alado que carregava um arco e flechas. Os ferimentos provocados pelas flechas que atirava despertavam amor ou paixão em suas vítimas. Embora fosse algumas vezes apresentado como insensível e descuidado, Cupido era, em geral, tido como benéfico em razão da felicidade que concedia aos casais, mortais ou imortais. No pior dos casos, era considerado malicioso pelas combinações que fazia situações em que agia orientado por Vênus.
Autor desconhecido
Imagens do Google
quarta-feira, 9 de setembro de 2015
O LOBO E O CAVALO
Um lobo que atravessava um campo, nele encontrou cevada.
Como não podia comê-la, deixou-a e seguiu seu caminho. Tendo encontrado um cavalo, levou-o ao campo; lá, ele disse, havia encontrado cevada, mas que ele próprio não a comera e a reservara para ele, pois era um prazer ouvir o barulho de seus dentes.
"Ó camarada" - respondeu-lhe o cavalo - "se os lobos pudessem comer cevada, nunca terias sacrificado teu estômago e teus ouvidos!"
Moral: A fábula mostra que, aqueles que são naturalmente maus, mesmo que alardeiem virtudes, não tem, credibilidade.
*Fonte: Fábulas de Esopo (Texto integral) Martin Claret
*Imagem: do google
Como não podia comê-la, deixou-a e seguiu seu caminho. Tendo encontrado um cavalo, levou-o ao campo; lá, ele disse, havia encontrado cevada, mas que ele próprio não a comera e a reservara para ele, pois era um prazer ouvir o barulho de seus dentes.
"Ó camarada" - respondeu-lhe o cavalo - "se os lobos pudessem comer cevada, nunca terias sacrificado teu estômago e teus ouvidos!"
Moral: A fábula mostra que, aqueles que são naturalmente maus, mesmo que alardeiem virtudes, não tem, credibilidade.
*Fonte: Fábulas de Esopo (Texto integral) Martin Claret
*Imagem: do google
segunda-feira, 7 de setembro de 2015
O VALOR DE UMA DONA DE CASA

Um homem chegou à casa após o trabalho e encontrou seus três filhos brincando do lado de fora, ainda vestindo pijamas. Estavam sujos de terra, cercados por embalagens vazias de comida entregue em casa. A porta do carro de sua esposa estava aberta. A porta da frente da casa também. O cachorro estava sumido, não veio recebê-lo. Enquanto ele entrava em casa, achava mais e mais bagunça. A lâmpada da sala estava queimada, o tapete estava enrolado e encostado na parede. Na sala de estar, a televisão ligada aos berros num desenho animado qualquer e o chão estava atulhado de brinquedos e roupas espalhadas. Na cozinha, a pia estava transbordan do de pratos; havia ainda café da manha na mesa, a geladeira estava aberta, tinha comida de cachorro no chão e até um copo quebrado em cima do balcão. Sem contar que tinha um montinho de areia perto da porta. Assustado, ele subiu correndo as escadas, desviando dos brinquedos espalhados e de peças de roupa suja. Será que minha mulher passou mal? Ele pensou. será que alguma coisa grave aconteceu?
Daí ele viu um fio de água correndo pelo chão, vindo do banheiro. Lá encontrou mais brinquedos no chão, toalhas ensopadas, sabonete líquido espalhado por toda a parte e muito papel higiênico na pia. A pasta de dente tinha sido usada e deixada aberta e a banheira transbordando água e espuma. Finalmente ao entrar no quarto de casal, ele encontrou sua mulher ainda de pijama, na cama, deitada e lendo uma revista. Ele olhou para ela completamente confuso, e perguntou:
- QUE DIABOS ACONTECEU AQUI EM CASA? POR QUE TODA ESSA BAGUNÇA?
Ela sorriu e disse:
- TODO DIA, QUANDO VOCÊ CHEGA DO TRABALHO, ME PERGUNTA: - AFINAL DE CONTAS, O QUE VOCÊ FEZ O DIA INTEIRO DENTRO DE CASA? - BEM... HOJE EU NÃO FIZ NADA, FOFO!!!!
Autor desconhecido
CONCLUSÃO PESSOAL:
Nem se precisa dizer que a esposa, simplesmente quis dar uma lição em seu marido, para que ele a respeitasse, e assim a valorizasse mais, tentando fazê-lo enxergar o trabalho que realiza o dia inteiro dentro de sua casa, sem ser reconhecida pelo que faz. (Sônia Lúcia)
Imagem do Google
domingo, 6 de setembro de 2015
"O VENTO E O SOL"
"O vento e o sol estavam disputando qual dos dois era o mais forte. De repente, viram um viajante que vinha caminhando.
- Sei como decidir nosso caso. Aquele que conseguir fazer o viajante tirar o abrigo, será o mais forte. Você começa, propôs o sol, retirando-se para trás de uma nuvem.
O vento começou a soprar com toda a sua força. Quanto mais soprava, mais o homem ajustava o casaco ao corpo. Desesperado, então o vento se retirou da disputa.
O sol saiu de seu esconderijo e brilhou com todo o esplendor sobre o homem, que logo sentiu calor e despiu o casaco."
Moral de História:
O amor constrói, a violência arruína.

Imagens retiradas do Google
Minha conclusão pessoal é a de que o sol com toda suavidade, que muitas vezes, lhe é peculiar e sem apresentar violência, aqueceu seu espaço na naturalidade do calor de seus raios, tornando-os tão forte, que o caminhante retirou seu casaco. Ou seja, o vento com sua violência, não conseguiu vencer a calmaria do sol. Finalmente concluindo por um autor que nos fala assim: "A GENTILEZA E A AMIZADE SÃO SEMPRE MAIS FORTES QUE A FÚRIA E A FORÇA." ( Sônia Lúcia)
quinta-feira, 3 de setembro de 2015
UM CACHORRINHO DIFERENTE

Conta-se de um certo cão que, por ser diferente, até nasceu num hospital. É isto mesmo! De tanto escândalo feito pela cadela-mãe, de nome Saturnina, como: urrar, gemer... (linguagem cedida a mesma por não fazer parte do dialeto da raça canina). E diz-se, ainda, que até rolar-se no chão, contorceu-se; tamanho era a dor da mamãe Saturnina, que estava sendo mãe pela primeira vez. D. Mariquinha, sua dona, enternecida pelo sofrimento de sua fiel cadela, a levou a uma clínica veterinária, especializada em partos de animais com dificuldade ou risco de vida.
E ali nasceu ele, o protagonista de nossa estória, para o alívio de D. Mariquinha, que parecia sentir a dor mais do que a parturiente. Chegou ao mundo sozinho, pesando menos de cem gramas, olhinhos cerrados, que mais tarde abertos, veríamos como dois caroços de açaí, tinha raros pelos ao longo de seu frágil corpinho branco, feito neve, medindo uns doze centímetros Teve como primeiro documento: a Certidão de Nascimento, publicada como manchete em página especial do jornal da cidade, postada também em seu álbum de fotografias. Imagine, possuía até álbum de fotos, sua dona fez questão.
E ele cresceu, cresceu mais do que o nome, sempre tratado como um humano rico. Pasmem: Saturno tinha Plano de Saúde, o que muitas pessoas não têm condições de possuir.
Nosso pequeno-grande e ilustre personagem é diferente por não fazer jus ao mundo animal ou a sua raça. Sabem a causa? Ele tem fobia a gatos. Ao ver um bichano, sai de fininho, quando o mesmo está quieto, mas se o gatinho o enfrenta com o olhar abre-se num ruidoso "miau!!!" Se apavora e vai para o primeiro esconderijo que encontra. E foi assim por muito tempo, até que, após tanto aconselhamento, ele foi melhorando. E hoje, já adulto, com três anos, sua dona tenta vencer seu medo com um adestrador de animais.
E então, "Nino" é ou não é diferente dos outros cães?
Autora: Sônia Lúcia
Autora: Sônia Lúcia
Imagem:pesquisa na Internet
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