terça-feira, 8 de outubro de 2019

DIA DO NORDESTINO

VAMOS COMEMORAR nosso Brasil Nordestino?

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Pesquisa e postagem: Sônia Lúcia

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domingo, 6 de outubro de 2019

"O PASTOR E O LOBO"

  
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   "Um pastor costumava levar seu rebanho para bem longe da aldeia. Fazia então uma brincadeira de mau gosto:
   - Socorro! Socorro! - gritava. Os lobos estão atacando os meus carneiros!
    As pessoas largavam o que estavam fazendo e corriam para ajudá-lo.
    O pastor torcia-se de rir, pois não havia lobo algum.
    Um dia apareceram lobos de verdade. Enquanto eles devastavam o rebanho, o pastor, horrorizado, gritava:
  - Socorro! Socorro! Corram, senão vão chegar tarde!
   As pessoas pouco se incomodaram. Pensavam que o gozador estava f  fazendo mais uma das suas.
  E assim, ele perdeu todos os seus carneiros.
  Triste, disse ele com seus botões:
  Os mentirosos só ganham uma coisa: não serem acreditados nem quando dizem a verdade.

      GARTNER, Hans; ZWERGER, Lisbeth (Comp.). 12 fábulas de Esopo. Tradução Fernanda Lopes de Almeida
  Postagem de Sônia Lúcia
  Imagem do Google com fins meramente ilustrativo.

domingo, 29 de setembro de 2019

UM PATINHO FOFO E AMARELINHO



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 Era uma vez um patinho amarelinho e fofinho. Aos 3 meses, pesava mais de meio quilo.
 Vamos conhecer sua história?

 Dona pata pertencia a uma senhora que não tinha outros animais. Vivia tristonha, até ganhar de seu carinhoso filho, uma patinha recém-nascida, magrela. Que ela criou com dedicação, até que se tornasse adulta e, de 8 ovos chocados, vingasse apenas nosso amarelinho. Então sua dona passou a ter 2 xodós. Fofo como ele só, comia o dobro da mãe, e assim, foi engordando   ao que todos diziam:
 -“Come!no Círio que  está chegando!” Ou então:
 -“Vende! Vai dar um bom dinheiro!”
 Mas a bondosa senhora nem dava atenção aqueles conselhos. E com eles ela resolveu ficar, até que a própria vida se incumbisse de separá-los.

MORAL:
 Minha fábula mostra que o amor sempre vence, embora muitas vezes, achemos o contrário diante de perdas ou desilusões nas pessoas que acreditamos e que nos tenham decepcionados.
                   Aut. Sônia Lúcia
Em:26/set./2019
À autora, todos os direitos.
  

Imagem ilustrativa do Google

A QUADRILHA DOS CÃES

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   Viviam alguns cães perseguindo todos os dias, os gatos da vizinhança, entre estes tinha Nini, a mais nova das gatinhas. Muito frágil, vivia sempre se escondendo. Sequer podia estar na porta de sua casa. Certo dia, seus donos resolveram arrumar um vigia e protetor, que pudesse ficar sempre por perto. Visto que ela andava deprimida após um grande susto que a fez cair de sua janela e machucar suas patinhas dianteiras.
   Seu protetor era um daqueles cães valentes que já fizera parte da quadrilha perseguidora. Mas estava arrependido depois de uma peia que levou... E que o fez ficar mancando.  Por isso, ficou conhecido por todos do lugar, pelo nome de "Manco". E por não conseguir mais correr para acompanhar os parceiros, foi desprezado por todos eles. Condoída pela situação, a família de Nini tratou-o  clinicamente. Fez dele um animal domado, recebendo um trato que nunca tivera, já que nasceu e foi criado nas ruas. E, por fim, o animal fora adotado pela família de Nini. 
   A partir de então, nossa personagem se sentia protegida pelo Manco; se apresentando mais destemida perante seus antigos algozes, passando também a encará-los de frente e com coragem, mesmo sem o segurança perto. 
   Após isso, o bando se dispersou pouco a pouco, até extinguir-se completamente, ficando cada um para o seu lado. E como dormiam nas portas dos comércios e casas, vigiando-os de fato, conseguiram a confiança das pessoas. O que fez com que algumas famílias também acreditassem neles. Passando a alimentá-los, cuidassem e os adotassem como aconteceu com o Manco. 

  CONCLUSÃO:
   - Assim como o mal é atraído pelo mal, da mesma forma o bem atrai o bem. Às vezes, falta uma oportunidade ou um acontecimento inusitado para uma mudança. E oxalá todas fossem positivas como o da nossa história.

                       Aut.: Sônia Lúcia

 Nota: À autora todos os direitos reservados.
   
  Imagem do Google apenas para fins ilustrativos.


sexta-feira, 6 de setembro de 2019

A BORBOLETA FLORISBELA

Resultado de imagem para linda borboleta colorida com gif   Vamos conhecer a história de Florisbela uma mimosa borboleta colorida que mais parecia ter sido desenhada no centro de uma rosácea luminosa, com 4 vitrais pontiagudos e cintilantes ao seu redor (que nem aquelas existentes nas antigas catedrais). 
  Florisbela junto com a irmã Floripe e algumas companheiras pertenciam a uma espécie rara, que formando um pequeno grupo, aprenderam a bailar, tão logo começaram  a bater suas asinhas  para os primeiros voos.
   Foram criadas no viveiro do jardim de uma mansão, cujo proprietário trouxe algumas espécies da Grécia. 
   Porém o Sr. Stephano, precisou viajar a negócios para Atenas, sua cidade natal, vindo a falecer sem que desse tempo de retornar ao Brasil.
   Em contato com a família, os vizinhos prometeram zelar pelo imóvel, cuidando de sua flora, dos animais que possuía, inclusive do borboletário, cuidado pelo dono com tanto esmero e amor, até que  os filhos resolvessem o que iriam fazer.
  Combinaram, então contratar um caseiro e um jardineiro depois de certo tempo, pois os animais, principalmente, sentiam a falta do zeloso Stephano, já que este possuía uma maneira toda especial de tratá-los.
  O tempo passou e nada. O casal vizinho responsável, cada vez mais preocupado, se apegara ao local e sobretudo pelo grupinho de borboletas que vinha crescendo e perecendo ao mesmo tempo (as mais velhas). Mas a afortunada borboleta, a cada dia se tornava mais bela, mais exuberante!
   O povo do lugar resolveu realizar uma feira de exposições que fora criada para festejar a Primavera.
   O sr. responsável pela mansão entrou em contato com os herdeiros e receberam autorização para que participasse. Preparativos pra lá e pra cá... E o dinheiro chegava em Euro para as despesas. Tudo assinado em recibos com notas fiscais. 
   Chegado o dia da estreia, tudo estava literalmente, brilhando! Nossa personagem, mais radiante do que nunca, parecia ter uma aureola ao redor de seu corpinho, tal era sua formosura. E rodeada de sua prole, mais parecia uma rainha.
   O momento de sua apresentação foi divino. Brilhantismo total! Treinadas com esmero, bailaram ao som de uma melodia clássica, chegou até a emocionar os  seus cuidadores e participantes. 
   E os noticiários se espalharam, chegando em Atenas até por redes sociais. As "meninas" ficaram famosas e Florisbela virou celebridade! Logo os novos donos quiseram vendê-las e exportá-las!
   Começaram então as negociações, mas também as lamentações e os protestos populares. 
   O pai, em sonho, propôs aos filhos transformar a mansão em atração turística, tornando-a um grande investimento para todos. O que foi discutido entre os irmãos e a decisão veio logo depois: mudar a vida de 4 dos 12 filhos do saudoso Stephano que resolveram com suas respectivas famílias, morar nesta cidadezinha do interior do Brasil. Não somente para investir, mas também, por amor aqueles seres da Natureza que o pai tanto se dedicou, deixando-lhes aquela valiosa herança: Florisbela, cuja beleza teimava em resistir ao tempo, tornando-a um ser que com, sua longevidade (nunca antes visto), vencia os rigores do tempo.

                                                   Aut.: Sônia Lúcia 
                                 A autora todos os direitos reservados.

Imagem do Google apenas com fins ilustrativos

sexta-feira, 30 de agosto de 2019

O USO DA LIBERDADE - O CÃO E O LOBO

 Imagem relacionada
  Um cão andava pela floresta quando topou com um lobo magrelo de dar dó. Fizeram amizade, pondo-se então a conversar:
   - Puxa amigo, como você é robusto! Nota-se que é bem tratado!
   - É que eu tenho um dono, o seu José. Ele me banha quase diariamente, escova meus dentes e pelos. Leva-me ao pet para exames preventivos e quando preciso.  Me dá três boas refeições durante o dia e tenho até uma casinha em alvenaria... Em troca, eu guardo a casa quando ele sai, e noturnamente, dos assaltantes. Saio de vez em quando para umas voltinhas. Enfim, eu cuido dele e ele de mim. 
   - Você só faz isso, e ganha tudo aquilo? Oh, deve ser maravilhoso ter um dono! - concluiu o lobo.
   O cão então, convenceu o novo amigo a acompanhá-lo, certo de que seu José gostaria de possuir mais um animal de estimação.
   Andaram por algum tempo até que o lobo, já cansado, parou e reparando melhor no companheiro, disse:
    - O que é isto no seu pescoço?
   - Ah, isto é uma coleira, com acesso a uma corrente, pois às vezes, meu dono necessitando, me prende...
   O lobo parou, pensou um pouco e voltou de onde vinham. 
   Continuou falando o cão:
   - Mas é por pouco tempo! Penalizado por mim, logo ele me solta de novo. Não se assuste!
   - Já distante, o lobo, virou-se dizendo:
   - Não, cachorro! Não sirvo para essa vida! Acho que mais vale a minha liberdade com fome do que o luxo numa prisão! Tchau!!! Prazer grande te ter conhecido!
   E, talvez, com receio de arrepender-se da decisão tomada, deu as costas de uma vez, saindo em disparada! 

         Fábula "O CÃO E O LOBO" adaptada e postada por Sônia Lúcia 


       COMENTÁRIO  PESSOAL:

    Bela e interessante fábula, principalmente no que concerne em trazer animais totalmente diferentes, desde suas moradias até seus costumes próprios. Mostra ela que, de certa forma, o homem tem essas características e também é assim, mas como caráter opcional. 
  "Humanizados" cão e lobo vestem essa roupagem hominal. E a   liberdade que é, provavelmente, o sentimento mais intrínseco  e forte no homem, nos é demonstrado em toda a contextualização  no cenário da história.
 Nos animais em foco, como se não bastasse a diferença existente entre um doméstico e um selvagem, há também a divergência de opiniões  em suas escolhas, com forte disparidade entre eles. Chegando, inclusive, a vencer a fome vivida pelo selvagem, já que trava uma luta árdua à procura das vítimas que o fazem predador para saciar-se no seu dia-a-dia, considerando que o Universo é o seu dono. Outro sentimento onde a liberdade se sobrepõe, é a amizade que une imediatamente os dois.
 Proprietário de uma forte personalidade, mostra-se o Lobo, inicialmente, vulnerável a vida mais fácil, mas imediatamente, ao observar fisicamente e com mais detalhes o companheiro, tem um repensar  e readquire o  instinto  que lhe é próprio. Enquanto o cão, por ser domesticado, não tem acesso a vida de liberdade  para se alimentar, como ocorre com  aquele que ele pensou ser um possível companheiro a compartilhar de sua vida de luxo, mas também preenchida pela responsabilidade que o seu dono a ele outorgava.
De forma que a fábula não permite a fuga dos interesses e características que formam a personalidade inata de seus personagens. 
                                    Aut.: Sônia Lúcia

LIBERDADE, portanto é:
... o direito que se tem de não permitir que os outros façam aquilo que querem. (Dom Quixote)
... como a própria vida, Nasce e cresce com o indivíduo. Vai dele saber usá-la sem prejudicar o seu amanhã ou o seu próximo. (Sônia Lúcia)
  

Imagem do Google, apenas para fins ilustrativos.

sexta-feira, 9 de agosto de 2019

"LATIDOS E MIADOS NO CÉU"

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   Esta é uma história curiosa ou inusitada como hoje se fala. Na narrativa sabe-se que deu-se numa igreja de Roma, na Itália. 

   Certo pároco de determinada igreja acredita que os animais, após a morte, vão para o Céu. Por isto, cães e gatos, pássaros e galos participam de rituais em sua igreja.
   Algumas pessoas estranharam a presença de animais na casa de Deus. 
  Chamado pelo cardeal do lugar para explicar as "estranhas cerimônias" de sua igreja, o pároco então tranquilizou o bispo afirmando que as celebrações com animais não eram missas verdadeiras, mas comentários ilustrados de passagens bíblicas.
   Defensores dos direitos dos animais apreciaram muito a iniciativa do pároco.               Conta-se até que uma atriz famosa de lá, disse que a sensibilidade do padre com  os animais a fez voltar a entrar na igreja após 35 anos de ausência...

  Durante o lançamento do livro "Os Animais Têm Alma", do francês Jean Prieur, este mesmo vigário declarou que a teologia católica ainda não aceita que os animais vão para o paraíso após a morte. Mas não perde as esperanças de que um dia ela tome consciência disto... 
              Desconheço a fonte e o autor.

     Pesquisa e postagem de Sônia Lúcia.

      Imagem do Google para ilustração.