domingo, 19 de março de 2017

TODDYNHO, UM ESQUILO PERALTA

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  A história que vou contar é de um esquilo muito peralta que, por ter sido encontrado em condições precárias de um cativeiro abandonado, fora abrigado em uma reserva ambiental de animais por nome: BOSQUE ENCANTADO em companhia de outras diferentes espécies. Porém, tão logo recobrara sua saúde, já começara com algumas peripécias. Começou se encantando com d. Coelha, mas logo recebeu advertência de seu Coelho, muito aborrecido, por sinal. Procurando desculpar-se depois com este.       
   Considerando que não havia mais de um ou dois animais da mesma espécie, nosso personagem Toddynho, como se chamava, custou a encontrar sua predileta e vivia aos suspiros se apaixonando por animais parecidos com ele.
  Ali todos os animais tinham nome. Seu tratador muito carinhoso, lhe colocara este, por ter sido encontrado, certa vez, na cozinha do Bosque, surrupiando um resto do "Toddy" na vasilha onde ele tinha acabado de beber, daí adveio o nome pela semelhança da cor.
  Vaidoso como era, passava a maior do tempo nos troncos de árvores a exibir sua linda cauda em tons matizados de preto e marrom avermelhado. 
  Um dia, achando-se entediado, tentou fugir, porém foi resgatado logo em seguida, ainda na porta do Bosque. Aquietou-se durante um tempo, até conhecer uma parceira que ali chegou tempos depois e que, de imediato simpatizou-se com nosso personagem.
   Nesta reserva, os tratadores costumavam fazer a "união legal" dos pares que se afinizavam. Era um casamento adornado da alimentação predileta dos animais e ali mesmo faziam algo semelhante a uma festa: com balões e serpentinas e, pasmem! até música severamente selecionada... junto com o arroz jogavam-lhe confetes . Tudo colorido, até o arroz! 
   Com o tempo, procriaram muitos filhotes e tiveram que sair do Bosque para viverem em um anexo, recém construído para espécies em quantidade maior que um par.
  E assim, finalizo meu conto que não é de fadas, mas sim, de animais, com a velha e conhecida frase: "... e assim foram felizes por toda a vida."
          Aut.: Sônia Lúcia

  A autora todos os direitos reservados.

CONCLUSÃO:


   A simples historinha vem mostrar a socialização existente entre os animais irracionais, chegando a superar-nos! E sugerir que a  raça humana  possa desenvolver atitudes de igualdade e afinidades superiores aos de espécies inferiores, assim como a solidariedade, a humildade e tudo mais que possa ser observado por tratadores que preencham requisitos de traquejo, sutileza e carinho para com os animais que estejam sob os seus cuidados e observância.
                             Sônia Lúcia

A autora todos os direitos  reservados.

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HOJE É DIA DE SÃO JOSÉ, PROTETOR DA SAGRADA FAMÍLIA

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  São José, esposo da Virgem Maria, modelo de pai e esposo, protetor da Sagrada Família

  Celebra-se hoje, 19 de março, a Solenidade de São José. Neste dia, a Igreja, espalhada pelo mundo todo, recorda solenemente a santidade de vida do seu patrono.
  Esposo da Virgem Maria, modelo de pai e esposo, protetor da Sagrada Família, São José foi escolhido por Deus para ser o patrono de toda a Igreja de Cristo.
  Seu nome, em hebraico, significa “Deus cumula de bens”.
   No Evangelho de São Mateus vemos como foi dramático para esse grande homem de Deus acolher, misteriosa, dócil e obedientemente, a mais suprema das escolhas: ser pai adotivo de Nosso Senhor Jesus Cristo, o Messias, o Salvador do mundo.
   “Quando acordou, José fez conforme o anjo do Senhor tinha mandado e acolheu sua esposa” (Mt 1,24).
O Verbo Divino quis viver em família. Hoje, deparamos com o testemunho de José, “Deus cumula de bens”; mas, para que este bem maior penetrasse na sua vida e história, ele precisou renunciar a si mesmo e, na fé, obedecer a Deus acolhendo a Virgem Maria.
   Da mesma forma, hoje São José acolhe a Igreja, da qual é o patrono. E é grande intercessor de todos nós.
   Que assim como ele, possamos ser dóceis à Palavra e à vontade do Senhor.
   São José, rogai por nós!
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sábado, 4 de março de 2017

"A FORMIGUINHA E A NEVE"

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   Certa manhã de inverno, uma formiguinha saiu para seu trabalho diário.
   Já ia muito longe, à procura de alimento, quando um floco de neve caiu - Pim! -
e prendeu o seu pezinho!
   Aflita, vendo que não podia livrar-se da neve e iria assim morrer de fome e de frio, voltou-se para o sol e disse:
   - Oh, sol, tu que és tao forte, derrete a neve e desprende meu pezinho...
   E o sol, indiferente nas alturas, falou:
   - Mais forte do que eu é o muro que me tapa!
   Olhando então para o muro, a formiguinha pediu:
   - Oh, muro, tu que és tão forte, que tapa o sol, que derrete a neve, desprende meu pezinho...
    E o muro que nada vê e muito pouco fala respondeu apenas:
    Mais forte do que eu é o rato que me rói!
    Voltando-se então para um ratinho que passava apressado, a formiguinha suplicou:
    - Oh, rato, tu que és tão forte, que róis o muro, que tapa o sol, que derrete a neve, desprende meu pezinho... 
    Mas o rato. Que também ia fugindo do frio, gritou de longe:
- Mais forte do que eu é o gato que me come!
 Já cansada, a formiguinha pediu ao gato:
 Oh, gato, tu que és tão forte, que comes o rato, que rói o muro, que tapa o sol, que derrete a neve, desprende meu pezinho...
    E o gato sempre preguiçoso, disse bocejando:
    - Mais forte do que eu é o cão que me persegue!
    Aflita e chorosa a pobre formiguinha pediu ao cão:
    - Oh, cão, tu que és tão forte, que persegues o gato, que come o rato, que rói o muro, que tapa o sol, que derrete a neve, desprende meu pezinho...
     E o cão, que ia correndo atrás de uma raposa, respondeu sem parar:

    - Mais forte do que eu é o homem que me bate! Já quase sem forças, sentindo o coração gelado de frio, a formiguinha implorou ao homem:

    - Oh, homem, tu que és tão forte, que bates no cão, que persegue o gato,que come o rato, que rói o muro, que tapa o sol, que derrete a neve, desprende meu pezinho...
E o homem, sempre preocupado com seu trabalho, respondeu apenas:
     -Mais forte do que eu é a morte que me mata!
Trêmula de medo, olhando a morte que se aproximava, a pobre formiguinha suplicou:
    - Oh, morte, tu que és tão forte, que matas o homem, que bate no cão, que persegue o gato, que come o rato, que rói o muro, que tapa o sol, que derrete a neve, desprende meu pezinho...
E a morte, impassível, respondeu:
    - Mais forte do que eu é Deus que me governa!
     Quase morrendo, a formiguinha rezou baixinho:
     - Meu Deus, tu que és tao forte,que governas a morte, que mata o homem, que bate no cão, que persegue o gato, que come o rato que rói o muro, que tapa o sol, que derrete a neve, desprende  meu pezinho...
     - E Deus, então que ouve todas as preces, sorriu.
     Estendeu a mão por cima das montanhas e ordenou que viesse a primavera!
     No mesmo instante, no seu carro vermelho de veludo e ouro, a primavera desceu sobre a Terra, enchendo de flores os campos, enchendo de luz os caminhos!
          Recontado por João de Barro (Braguinha)

Conclusão Pessoal:
   Nós, os humanos, precisamos entender que dentre todos os seres que conhecemos, somente Deus é a sapiência, onipotente, onipresente. Tudo sabe, tudo pode, tudo resolve, mas sempre através de um dos seres de sua Criação.
   Na história acima Ele delegou à Primavera a solução do problema que tanto afligia a formiguinha.
                                             (Sônia Lúcia)

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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

O SONHO DA RÃZINHA JUDITE

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   Era uma vez um Sapo que, quando muito pequeno se enamorou de uma Rãzinha. Judite era o seu nome, no entanto, esta tinha sonhos altos.  E  o príncipe que escolhera para seu consórcio era um animal robusto. Quem sabe um leão com volumosa juba ou um tigre amarelo com grandes pintas de cor marrom que reluzissem ao Sol? E assim viveu por algum tempo aquela rãzinha sonhadora. Suspirando, suspirando... suspirando dia e noite. Nem dormia. Seus pais, muito preocupados fizeram todas as simpatias para depressão, ensinadas pelos animais mais inteligentes da floresta. Foi quando resolveram consultar um médico, um animal esquisito em fase de extinção que fugira de seu cativeiro, criado pelos humanos, onde ficava dia e noite sozinho e triste. Mas que se escondera sob umas grandes pedras de cor escura no meio da densa floresta. Pequenino, reluzente, mais parecia uma mistura de pequenas espécies. Fugindo de predadores, inclusive do homem, saía somente a noite, em busca de alimento à base de ervas e plantas, assim como de seus irmãos da mesma espécies. Dona Coruja, formada recentemente pela “Faculdade  Florestal”, como Professora de todas as línguas animais e recém vestibulanda de Psicologia, foi em busca do estranho, mas simpático animalzinho, ao cair da tarde. Após o susto, ao se ver descoberto, ficou sabendo das intenções dos pais da Rãzinha por dona Coruja que os tinha informado. Compadecido, o doutor marcou imediatamente para o dia seguinte a consulta, no horário de meio dia e sob a proteção dos animais que eram guardas do lugar. Judite, como mal podia andar, ou seja, pular, fez a trajetória deitada na costa do pai. Feito os exames de praxe, o dr. receitou bastante líquido como a água em abundância, banho de sol matutino e alimentação regular à base de ervas, verduras legumes e frutas, tudo dentro de sua capacidade física de absorção, uma vez que estava muito fraquinha e desnutrida.
   - "Quanto  a parte psicológica” - referiu  o doutor – “é com d. Coruja. Nossa paciente precisa fazer umas sessões de psicoterapia animal. Ok”?
   Após os agradecimentos, lá se foram os três, mais animados, a fim de tomarem as providências cabíveis.
   -“ Digníssima professora Coruja, estou aqui, mais uma vez, lhe pedindo ajuda para minha filhinha”. Relatou o paizinho a orientação que lhe dera o doutor.
   A mestra pediu uma horinha para pensar.
   -“ Aguardem naquele tronco, ali. Voltarei o mais depressa que puder.”
   E assim foi feito. D. Coruja marcou dez sessões a princípio. Sem saber ainda, como seria todo o tratamento, por falta de experiência.
   Bastante inteligente e criativa, no primeiro encontro, dialogou com Judite na língua universal dos bichos durante 45 minutos para não cansá-la tanto. E ficou para dois dias depois, uma sessão de 2 horas, com direito a um intervalo de 15 minutos para um lanchinho e água. Porém dessa vez, com um grupo de dez rãzinhas. Nem todas se conheciam, mas assim foi conduzido.
   -“ Vamos escolher o tema da conversa em sorteio. Formar dois grupos. Anotar as ideias principais e eleger uma apresentadora para a conclusão final. E todas as ações serão cronometradas!” Disse a professora.
   Deu tudo certo. E em mais 10 sessões, a rãzinha obteve alta do tratamento. Nossa paciente reabilitou-se, reconheceu a inviabilidade  daquele sonho, melhorou sua autoestima, fez amizade com algumas das colegas que participaram das reuniões e pediu à mãe que a matriculasse na escola. Queria ser professora como d. Coruja. É bom saber que valeu a pena também para outras integrantes do grupo.
   Nosso personagem inicial, “o Sapo”, já adulto, soube de tudo e encorajou-se para declarar sua simpatia e seu amor à amada. E ela decidiu dar uma chance a ele e a ela mesmo. (Aut.: Sonia Lúcia)
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MORAL DA HISTÓRIA:
 Sonhos que se sonha juntos têm mais valor do que aqueles que se sonha sozinho.

 CONCLUSAO:
SONHOS IMPOSSÍVEIS EXISTEM SIM,  pois ao contrário do que fala a maioria dos adeptos em levar todos os SONHOS adiante, tudo o que sonhamos (almejamos) deve ser pensado/avaliado, considerando que nem todo o sonho é viável e portanto, deverá ser cultivado.

                                       Autora: Sônia Lúcia
               A autora todos os direitos reservados.

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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

"BELA CHÁCARA"

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  “O dono de um pequeno comércio, amigo de um grande poeta, abordou-o na rua:
   Sr. poeta,  estou precisando vender o meu sítio que o senhor tão bem conhece. Será que o senhor poderia redigir o anúncio para o jornal?
   O poeta apanhou  papel e escreveu:
“VENDE-SE ENCANTADORA PROPRIEDADE, ONDE CANTAM OS PÁSSAROS AO AMANHECER NO EXTENSO ARVOREDO, CORTADO POR CRISTALINAS  ÁGUAS DE UM RIBEIRAO. A CASA BANHADA PELO SOL NASCENTE OFEECE A SOMBRA TRANQUILA DAS TARDES NA VARANDA.”
   Meses depois topa o poeta com o homem e pergunta-lhe se havia vendido o sítio.
   - Nem pense nisso disse o homem. Quando li o anúncio  é que percebi a maravilha que tinha!”

                                Autor desconhecido que por Rosana Braga é narrado em sua coleção MOTIVAÇÃO: HISTÓRIAS PARA VIVER FELIZ.

                       MORAL/ DICA do TEXTO
   “Quantas vezes demoramos anos e anos para nos darmos conta de algumas preciosidades em nossa vida? Quantas vezes temos de chegar a perder pessoas, coisas e situações que nos eram importantíssimas, para somente então percebermos o quanto elas nos fazem falta? Quantas vezes nos esquecemos de atribuir valor ao que realmente tem valor, deixando que a rotina nos roube os detalhes encantadores de cada dia?!?
   Não espere que um poeta surja em sua vida para lhe contar sobre a delicada poesia que existe em sua casa, na relação com sua família, no carinho que compartilha com seus amigos... Seja você mesmo o grande poeta. Olhe com os olhos encharcados de encanto, de beleza, de sensibilidade. E terminará descobrindo que você tem muito mais versos para declamar do que bens para se desfazer.”

                (ROSANA BRAGA - www.rosanabraga.com.br )                                



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domingo, 12 de fevereiro de 2017

"A PEDRA"


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O distraído nela tropeçou.
O bruto a usou como projétil.
O empreendedor, usando-a, construiu.
O camponês, cansado da lida, dela fez assento.
Para meninos, foi brinquedo.

Drummond a poetizou.
Já David matou Golias e Michelangelo extraiu-lhe a mais bela escultura.
E em todos esses casos, a diferença não eseve na pedra, mas no homem!
               Retirado da Coleção Motivação Nº 9
               HISTÓRIAS PARA VIVER FELIZ (pág. 07)
               de ROSANA BRAGA.

MORAL DA HISTÓRIA & DICA da Autora:
   "O mundo não é um. Não é estático. É pessoal. Cada um o vê conforme seu mundo interno. Ou seja, é reflexo daquilo que cada pessoa tem dentro de si. Alegre ou triste? Bom ou ruim? Motivador ou desolador? Depende de como você olha para ele, interage e vive."
   "Você pode e deve fazer a diferença. Toda vez que encontrar uma pedra em seu caminho, ainda que em princípio ela lhe pareça um obstáculo, tente enxergá-la como um trampolim, uma possibilidade de descanso, um aviso, um enfeite... Não sei, mas de acordo com seus tesouros pessoais, você pode transformar tudo o que desejar. Somos diretores de nossa própria história. Não perca a chance de fazer a mais linda história que você puder."

CONCLUSÃO PESSOAL:
   Essa é uma história diferente, e traz uma conclusão bastante significativa no sentido de alertarmo-nos que temos personalidade própria para cada um de nós, e por isso, individualmente trazendo uma mensagem em particular e  que mostra o quanto nós divergimos um do outro, também pelo fato de estarmos quase sempre em fases desiguais, seja profissionalmente, por interesses particulares e momentos... que nos levam a nunca sermos iguais em hipóteses alguma.
                              Sônia Lúcia
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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

FUNDAÇÃO DE BELÉM

09/01/2016 15h11 - Atualizado em 09/01/2016 17h21

Veja como foi a fundação de Belém em 1616 e conheça sua história

Cidade surgiu para defender entrada da Amazônia de estrangeiros.
400 anos após sua fundação, Belém acumula encantos e desafios

Do G1 PA
A história de Belém começa em outra capital, a vizinha São Luís, no Maranhão: foi a partir dela que a coroa portuguesa planejou conquistar uma terra nova no vale do rio Amazonas, para garantir proteção contra invasores de outras partes da Europa.

“O documento que enviou no caso Francisco Caldeira Castelo Branco para o Pará foi assinado também aqui, ele é datado do dia 22 de dezembro de 1615. O mundo português  precisava de proteção ali pra entrada do Amazonas onde os holandeses, franceses, ingleses e irlandeses mantinham contato com as populações indígenas de Cametá, Bragança, os Caetés, pacajá e outras regiões” explica o turismólogo e historiador Antônio Norberto.

A preocupação da coroa portuguesa começou em 1615 – três anos após os franceses fundarem a cidade de São Luís em 1612. “A preocupação de Portugal era que esses franceses que estavam aqui, chegassem a região de Belém, então pra consolidar essa presença portuguesa, foi enviado Francisco Caldeira pra fundar a cidade de Belém”, disse o historiador Rodrigo do Norte.

Por conta disso, pode se afirmar que o marco zero de São Luís – o Palácio dos Leões – também faz parte da história de Belém. “O norte do Brasil começou a ser colonizado pelos portugueses a partir de São Luís e Belém  porque antes dos franceses chegarem e fundarem a cidade de São Luís, essa parte era abandonada", afirma a escritora Ana Luíza Almeida.