quinta-feira, 17 de março de 2016

"DESCONTROLES GERAM ARREPENDIMENTOS"


 "Naquele dia de sol, Mário chegou feliz e estacionou o reluzente caminhão em frente à porta de  intenso trabalho, sacrificando dias de repouso e lazer, ele conseguiu: comprou o seu caminhão.
  Orgulhoso, entrou em casa e chamou a esposa para ver a sua aquisição. A partir de agora, seria seu próprio patrão.
 Ao chegar próximo do caminhão, uma cena o deixou descontrolado. Seu filho de apenas 6 anos estava martelando alegremente a lataria do caminhão.
  Irritado e aos berros, ele investiu contra o filho. Tomou o martelo das mãos dele e, totalmente fora de controle, martelou as mãozinhas do garoto.
  Sem entender o que estava acontecendo, o menino se pôs a chorar de dor, enquanto a mãe interferiu e retirou o pequeno da cena.
  Na sequência, ela trouxe o marido de volta à realidade e juntos levaram o filho ao hospital, para fazer os curativos.
  O que imaginavam, no entanto, fosse simples, descobriram ser muito grave. As marteladas nas frágeis mãozinhas tinham feito tal estrago que o garoto foi encaminhado para cirurgia imediata.
  Passados várias horas, o cirurgião veio ao encontro dos pais e lhes informou que as dilacerações tinham sido de grande extensão e os dedinhos tiveram que ser amputados.
  De resto, disse o médico, a criança era forte e tinha resistido bem ao ato cirúrgico. Os pais poderiam aguardá-lo no quarto para onde logo mais seria conduzido.
  Com um aperto no coração, os pais esperaram que a criança despertasse. Quando, finalmente, abriu os olhos e viu o pai, o menino sorriu e falou:
  Papai me desculpe, eu só queria consertar o seu caminhão, com você me ensinou outro dia. Não fique bravo comigo.
 O pai,  com lágrimas a escorrer pela face, totalmente desconsolado, se aproximou mais e disse ao pequenino que não tinha importância o que ele havia feito. Mesmo porque, a lataria do caminhão nem tinha sido estragada.
  O menino insistiu:
  - Quer dizer que não está mais gravo comigo?
  - Não mesmo! Falou o pai.
 - Papai,  prometo que quando meus dedinhos  crescerem de novo, nunca mais vou martelar o seu caminhão!" 

      Moral da História
  "Toda vez que perdemos a calma, perdemos também a lucidez e o bom senso. Nesses momentos, podemos cometer muitas tolices. E quando investimos contra aqueles que amamos, podemos machucá-las com palavras e com atos. Em se tratando de crianças, que são frágeis e ficam indefesas frente ao descontrole  dos adultos, tudo assume maior gravidade. As coisas que possamos adquirir nos servirão por algum tempo, mas somente os nossos amores estarão conosco sempre, não importando o local ou as condições que venhamos a nos encontrar."

                  Autor desconhecido – “Histórias para viver feliz” – Coleção motivação Número 3,  de ROSANA BRAGA (Editora Minuano)

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sábado, 12 de março de 2016

"O CAVALO E O CAVALEIRO"

 MILLÔR FERNANDES

  " Pois ainda que pareça incrível, quando o homem chegou às portas do Céu, São Pedro disse: “Não pode entrar!”
   “Como não posso entrar? Tenho folha corrida de bons antecedentes e tenho bons antecedentes mesmo. “      “Sei –  respondeu Saint Pietro  -  “mas no Céu ninguém entra sem cavalo.”
    E o homem não podendo argumentar com Saint Pietro, voltou.
    No caminho encontrou um velho amigo e perguntou a ele aonde ia. Disse o amigo que ia ao Céu. Ele lhe explicou então que, sem cavalo, “neca”. O amigo então sugeriu: “Olha, aqui, San Pietro já está velho, você fica de quatro, eu monto em você. Ele não percebe nada porque ele já está velho e míope e nós entramos no Céu.
  E assim fizeram. Na porta o Santo olhou o nosso herói: “Opa, você de novo? Ah, conseguiu cavalo, hem? Muito bem, amarre o cavalo aí fora e pode entrar.”  "


           MORAL:
"No Céu não entram sujeitos com ideias."

        Conclusão Pessoal:
"jeitinhos" só funcionam no Brasil.
                                            Sônia Lúcia

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terça-feira, 8 de março de 2016

"QUEM É A MULHER?"


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A mulher é um Espírito reencarnado, com uma considerável soma de experiências em seu arquivo perispiritual. Quantas dessas experiências já vividas terão sido em corpos masculinos? 
Impossível precisar, mas, seguramente, muitas, se levarmos em conta os milênios que a humanidade já conta de experiências na Terra.

                    Aut.: Dalva Silva Souza
                    Obra: "Os Caminhos do Amor" - FEB (Federação                     Espírita Brasileira)           

sábado, 27 de fevereiro de 2016

"AS QUATRO VELAS"

"Quatro velas ardiam calmamente.
O ambiente estava tão silencioso que se podia ouvir o diálogo entre elas.
A primeira disse: "Eu sou a PAZ, e, apesar da minha luz, as pessoas não conseguem manter-me acesa."
Em seguida, sua chama foi diminuindo devagarzinho até se apagar totalmente. 
A segunda disse: "Eu me chamo ! Infelizmente, sou supérflua para as pessoas. Elas não querem saber de Deus, por isso não vejo razão para continuar queimando." 
Logo em seguida, um vento soprou levemente e ela se apagou.
Baixinho e com voz triste, a terceira vela se manifestou: "Eu sou o AMOR! Não tenho mais forças para arder. As pessoas me deixam de lado, porque só conseguem enxergar a si mesmas; esquecem até dos que estão a sua volta."
E também se apagou.
De repente, chegou uma criança e viu as três velas apagadas.
"O que é isto? Vocês devem ficar acesas e queimar até o fim."
Então a quarta vela falou: "Não tenhas medo, criança. Enquanto eu estiver acesa, poderemos acender as outras. Quando apagamos as chamas da Paz, da Fé e do Amor, ainda assim nem tudo está perdido. Alguma coisa há de ter restado dentro de nós. E isso tem que ser preservado, acima de tudo."
Então a criança pegou a vela da ESPERANÇA e acendeu novamente as que estavam apagadas."

A mensagem nos conduz à seguinte conclusão:
  
"Que a vela da Esperança nunca  se apague dentro de você. Ela é a luz que deve nos guiar diante das dificuldades. O caminho da felicidade precisa, antes, ser construído com ESPERANÇA."

Texto retirado da obra de Ana Maria Braga: "A Espera Dos Filhos Da Luz" / Mensagens - POCKETOURO: Selo da Editora NOVA FRONTEIRA - 2010 (página 211)

 Imagem: Google

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

A HISTÓRIA DE UM LEÃO

“Contam na floresta a história de um leão que foi criado por ovelhas e pensava ser uma delas.
Até que um leão mais velho o capturou e o levou até o lago. O leão que vivia entre as ovelhas viu seu reflexo na água e se assustou ao constatar que não era uma ovelha.”

"Muitas vezes somos como o leão. Temos uma falsa imagem de nós mesmos, que vem do que os outros dizem a nosso respeito. Não imaginamos que fomos condicionados a viver de determinada forma, mesmo tendo uma força desmedida dentro de nós.
- Olhem para o lago. Vejam a si mesmos. Acordem esse leão que vive dentro de vocês. Não o aprisionem. Esse leão é a sua força, sua coragem, sua vontade de viver. Vocês não são ovelhas.”

Texto retirado da obra de Ana Maria Braga - "A ESPERA DOS FILHOS DA LUZ" - MENSAGENS / POCKETOURO: selo da Editora Nova Fronteira - 2010 (pág.:253)

                       

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sábado, 6 de fevereiro de 2016

"SÃO SEBASTIÃO, DEFENSOR DA IGREJA" (Parte 2) - RESUMO

Defensor da Igreja como soldado, como capitão e também como apóstolo dos confessores, daqueles que eram presos

O santo de hoje nasceu em Narbonne; os pais eram oriundos de Milão, na Itália, do século terceiro. São Sebastião, desde cedo, foi muito generoso e dado ao serviço. Recebeu a graça do santo batismo e zelou por ele em relação à sua vida e à dos irmãos.
Ao entrar para o serviço no Império como soldado, tinha muita saúde no físico, na mente e, principalmente, na alma. Não demorou muito, tornou-se o primeiro capitão da guarda do Império. Esse grande homem de Deus ficou conhecido por muitos cristãos, pois, sem que as autoridades soubessem – nesse tempo, no Império de Diocleciano, a Igreja e os cristãos eram duramente perseguidos –, porque o imperador adorava os deuses. Enquanto os cristãos não adoravam as coisas, mas as três Pessoas da Santíssima Trindade.
Esse mistério o levava a consolar os cristãos que eram presos de maneira secreta, mas muito sábia; uma evangelização eficaz pelo testemunho que não podia ser explícito.
São Sebastião tornou-se defensor da Igreja como soldado, como capitão e também como apóstolo dos confessores, daqueles que eram presos. Também foi apóstolo dos mártires, os que confessavam Jesus em todas as situações, renunciando à própria vida. O coração de São Sebastião tinha esse desejo: tornar-se mártir. E um apóstata denunciou-o para o Império e lá estava ele, diante do imperador, que estava muito decepcionado com ele por se sentir traído. Mas esse santo deixou claro, com muita sabedoria, auxiliado pelo Espírito Santo, que o melhor que ele fazia para o Império era esse serviço; denunciando o paganismo e a injustiça.
São Sebastião, defensor da verdade no amor apaixonado a Deus. O imperador, com o coração fechado, mandou prendê-lo num tronco e muitas flechadas sobre ele foram lançadas até o ponto de pensarem que estava morto. Mas uma mulher, esposa de um mártir, o conhecia, aproximou-se dele e percebeu que ele estava ainda vivo por graça. Ela cuidou das feridas dele. Ao recobrar sua saúde depois de um tempo, apresentou-se novamente para o imperador, pois queria o seu bem e o bem de todo o Império. Evangelizou, testemunhou, mas, dessa vez, no ano de 288 foi duramente martirizado.
São Sebastião, rogai por nós!
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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

CURIOSIDADES DO MÊS FEVEREIRO

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Fevereiro
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Ano:2016
Década:2010
Século:XXI
Milênio:
Todos os dias
O mês de fevereiro retratado no livro Les très riches heures du duc de Berry
FevereiroLeandro Bassano
Fevereiro é o segundo mês do ano, pelo calendário gregoriano. Tem a duração de 28 dias, a não ser em anos bissextos, em que é adicionado um dia a este mês. O nome fevereiro vem do latim februarius, inspirado em Fébruo, deus da morte e da purificação na mitologia etrusca. Originariamente, fevereiro possuía 29 dias e 30 como ano bissexto, mas por exigência do Imperador César Augusto, de Roma, um de seus dias passou para o mês de agosto, para que o mesmo ficasse com 31 dias, semelhante a julho, mês batizado assim em homenagem ao Imperador Júlio César.