sábado, 24 de novembro de 2018

A DOR E A ALMA"

  Resultado de imagem para A DOR E A ALMA
Eis que mais uma vez venho comprovar  o meu ecletismo, ao lidar com as coisas, de um jeito bastante diferenciado. E para comprovar tal afirmação, achego-me novamente a esse instrumento para postar, não uma história, e sim, mas um "causo", demonstrado através de um pequeno, simples, mas profundo e interessante diálogo entre um materialista e um religioso, logo aqui abaixo.
Vamos conferir!

 "Um dia, um médico materialista perguntou a um ministro do Evangelho:
- Vós pregais para salvar as almas?
- Sim.
- Já vistes alguma alma?
- Não.
- Já provastes uma alma?
-  Não.
- Já cheirastes uma alma?
- Não.
- Já sentistes uma alma?
- Sim.
- Pois bem - temos aí 4 argumentos contra um a favor da não existência da alma. Segue-se que, segundo a lógica, não há alma.
O ministro, então perguntou:
- Sois médico?
- Sim.
- Já vistes uma dor? 
- Não.
- Já ouvistes uma dor?
- Não.
- Já cheirastes uma dor?
- Não.
- Já sentistes uma dor?
- Sim.
- Pois bem: temos aí 4 argumentos com um contra a existência da dor. Segue-se que, segundo a lógica, não há dor. Apesar disso, porém, vós sabeis que há dor e eu sei que há alma."
                                                 Desconheço o autor
COMENTÁRIOS:

   Ironicamente, a dor nem sempre é física, e sim,  provém da alma  antes mesmo que se instale no corpo. Porque já começa a ser percebida na alma das pessoas, considerando as medidas que se deverá tomar para combatê-la, antes que cause prejuízos incalculáveis ao homem por inteiro.  E esse, torna-se o nosso maior desafio, como lidar com a dor fixada na alma?
                                     SÔNIA LÚCIA
A imagem retirada do Google, se propõe  apenas como fins ilustrativos sem qualquer interesse financeiro.

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

SHERLOCK, UM BICHO CURIOSO!

 Resultado de imagem para cães vira-latas subindo à mesa
  Sherlock era um vira-lata mestiço muito curioso e teimoso também.   Vivia sempre procurando o que mexer quando via alguma coisa "estranha" pra ele. Subia em qualquer móvel para matar sua curiosidade ao se deparar com algo que não reconhecia, ainda que tivesse que enfrentar algum obstáculo. Era comum sair aos berros quando lhe acontecia um acidente, alguma coisa cair-lhe em cima, por exemplo.
  Certo dia estava ele sossegadinho a dormir, a noite, mas logo em seguida acordou. Seu olhar foi direto a um pacote em cima da mesa, onde a família com quem morava, havia deixado ao terminar de jantar. D.Luzia, sua dona sentiu sono e deixou para limpar tudo no dia seguinte, ficando empacotado as cascas de frutas e restos de alimento sobre a mesa. E o animalzinho curioso, embora já bem alimentado, fora ver o que tinha ali. Para isso, subiu na cadeira. E na mesa em seguida. Enxergou uma formiga e quiz tentá-la, abocanhando-a. Imediatamente, seu focinho estava coberto delas, as formigas! Por sorte sua, eram mansas e só lhe fizeram muitas cócegas. Assustado, Sherlock danou-se a uivar, acordando todos da casa.  Sacudindo-se como       enlouquecido,
caiu da cadeira e se debatendo foi parar no banheiro, dentro de uma bacia que estava com roupas de molho no sabão e ali ficou no molho todo espumando, sob os olhares e sorrisos de seus donos que riam a não mais se conter. Sobrou-lhe então um vômito pelo sabão ingerido e um belo banho às tantas da noite! Deixando-o tremendo de frio.
     Mas depois veio o carinho de D. Luzia e ele foi dormir como um anjo.
  Em contato com a família que se preparava para mandá-lo em filmagem para o programa de TV, dos "Bichos Curiosos": por uma semana, ao lembrar ainda do incidente, quando olhava para a mesa, ele tremia. E, até aí, o cãozinho não aprontara outra curiosidade do mesmo nível. 

NOTAS:
  Essa história, assim com todas as outras, foi criada partindo de meu pensamento, imediatamente para minhas mãos aqui nessa telinha, onde quase sempre sigo meu dom amado.
  Espero a participação efetiva de meus seguidores, no sentido de ficarem a vontade para comentar, inclusive com sugestões, moral da história, etc. 
                                                
  Espero ser atendida quanto aos meus direitos como autora, permitindo que seja copiado, compartilhado, etc. desde que o(a) interessado(a) identifique  a minha autoria. 
                                                   OBRIGADA!
                                                                 SÔNIA LÚCIA

 Imagem do Google apenas com fins ilustrativos, não lucrativos. Sendo retirada, se assim o desejarem.

sexta-feira, 2 de novembro de 2018

❤ Música maravilhosa para relaxar♫piano suave e violino, imagens belíssi...



Aqui estou novamente, apenas para fins de entretenimento, apresentando as músicas "utopicamente" tocadas pelo GRILO JÃOZINHO e sua banda, em 17 de novembro de 2017. Acompanhe-as e sentirá a emoção de tão belas canções, juntamente com as lindíssimas imagens da Divina Mãe Natureza que desfilam na postagem.
                                    OBRIGADA!

                     Postagem por  Sônia Lúcia - autora do texto, pesquisadora por entretenimento e amor às artes, entre elas, excepcionalmente a música clássica, instrumental, que traz leveza, graciosidade  e A Paz Espiritual, sobretudo, provando a presença de um Ser Superior, nosso Deus, Criador de tudo e de todas as coisas da Vida na Terra e nos Céus.

       NOTA:  Agradeço também ao selecionador "fabio junior brito" pela belíssima seleção e ao youtube que se disponibilizam em nos oferecer este trabalho que vem enriquecer a alma  de quem o assiste. 
                               CORDIALMENTE:

                                        SÔNIA LÚCIA 
                                                  

sábado, 20 de outubro de 2018

A BORBOLETA E A FLOR

Imagem relacionada

"Certa vez, um homem pediu a Deus uma flor e uma borboleta.
Mas Deus lhe deu um cacto e uma lagarta.
O homem ficou triste, pois não entendeu o
porque do seu pedido vir errado.
Daí pensou:
"Também com tanta gente para atender..."
E resolveu não questionar.
Passado algum tempo, o homem foi
verificar o pedido que tinha esquecido.
Para sua surpresa, do espinhoso e feio cacto,
havia nascido a mais bela das flores.
E a lagarta transformara-se em uma 
belíssima borboleta.

Deus sempre age certo.
O seu caminho é sempre o melhor,
mesmo que aos nossos olhos
pareça estar dando tudo errado.
Se você pediu uma coisa e recebeu outra, confie.
Nem sempre o que você deseja é o que você precisa.
Como ele nunca erra na entrega dos
seus pedidos, siga em frente,
sem murmurar ou duvidar.
O espinho de hoje será a flor de amanhã!"

FONTE:
    Pesquisa - Internet / "MENSAGENS DA MANHÃ"

                               ( AUTOR DESCONHECIDO)

Meu Comentário:
   Essa historinha foge um pouco dos padrões de quase todas as que estou habituada a postar. Com características de poema na distribuição de suas linhas, transmite ao leitor, algo de poético em seu contexto. 
Logicamente que ela nos apresenta algo de religioso e mesmo Divino. A  moral que tiramos após a leitura bem compreendida, nos confirma a presença do que nos ocorre no dia a dia. Quando nossos desejos são totalmente contrários aquilo que pedimos e certos sonhos desabam por outros caminhos, diferentes do que foi almejado, muitas vezes por longo período. Finalmente, só Deus sabe o quê, e do que necessitamos, além do momento certo.
  Então, só a certeza da Sua existência é que pode nos mostrar a felicidade, embora, para nós, aparentemente tardia. 
                   Pesquisa e postagem de Sônia Lúcia.

NOTA IMPORTANTE:


   Imagem fornecida pelos recursos do Google, apenas para fins ilustrativos, no blog. Portanto, sem qualquer interesse que vise lucro
financeiro. Aguardamos a sua retirada, se assim o autor desejar.
OBRIGADA!




                           


quarta-feira, 17 de outubro de 2018

171º ANIVERSÁRIO de CHIQUINHA GONZAGA

                    Chiquinha Gonzaga

                Biografia (resumo) de Chiquinha Gonzaga

   Chiquinha Gonzaga (1847-1935) foi compositora, pianista e maestrina brasileira, a primeira mulher a reger uma orquestra no Brasil. Autora da primeira marchinha de carnaval "Ô Abre Alas".

                                 Nascimento e juventude

   Francisca Edwiges Neves Gonzaga, conhecida como Chiquinha Gonzaga, nasceu no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1847. Filha de José Basileu Alves Gonzaga, primeiro-tenente, de família ilustre do Império, e Rosa Maria Neves Lima, mestiça, filha de uma escrava, uma relação rejeitada pela família de Basileu. Chiquinha recebeu a mesma educação dada às crianças burguesas da época. Estudou português, cálculo, francês e religião, com o Cônego Trindade, amigo da família. Desde criança mostrou interesse pela música. Foi aluna do Maestro Lobo. Com 11 anos estreou como compositora com uma cantiga de Natal, intitulada “Canção dos Pastores”.

                                         Casamentos

   Em 1863, com dezesseis anos, Chiquinha Gonzaga se casa com Jacinto Ribeiro do Amaral, oficial da Marinha Mercante, oito anos mais velho que ela. Ganhou de seu pai, um piano de presente de casamento. Chiquinha, com um gênio forte e decidido, continua sua dedicação ao piano, compondo valsas e polcas, para desagrado do marido. Em 1864 nasce seu filho João Gualberto e em 1865 nasce Maria do Patrocínio.
   Em 1865, Jacinto torna-se sócio do Barão de Mauá para exploração do navio São Paulo, fretado pelo Governo, para o transporte de escravos, armas e soldados para a Guerra do Paraguai. Chiquinha foi obrigada a acompanhar o marido em algumas viagens. Insatisfeita com a situação de viajar reclusa em seu camarote, pois as ordens do marido era que ela não se envolvesse com música, Chiquinha resolve então voltar com o filho para a casa de seus pais, onde havia ficado sua filha Maria. Não tendo apoio da família e descobrindo que está grávida volta a viver com seu marido. Em 1867 nasce seu terceiro filho Hilário, mas o casamento durou pouco tempo.
   Após a separação, a música volta a fazer parte da vida de Chiquinha. Em pouco tempo, passa a viver com o Engenheiro João Batista de Carvalho Júnior. Levando seu filho João Gualberto, o casal vai morar em uma fazenda em Minas Gerais. Em 24 de agosto de 1876 nasce Alice, filha do casal. Pouco depois descobre a traição do marido e retorna para o Rio de Janeiro, com seu filho João Gualberto, deixando Alice com o pai, que a entregou a sua irmã, Henriqueta.

Musicais

   Chiquinha voltou a viver da música. Dava aulas de piano e obteve grande sucesso, compondo polcas, valsas, tangos e cançonetas. Ao mesmo tempo, juntou-se a um grupo de músicos de choro. Foi a necessidade de adaptar o som de seu piano ao gosto popular que lhe valeu a glória de se tornar a primeira compositora popular do país. O sucesso de Chiquinha Gonzaga foi em 1877, com a composição "Atraente", um animado choro. A partir da repercussão de sua primeira composição impressa, Chiquinha resolveu se lançar no teatro de variedades, mesmo enfrentado no preconceito, mas finalmente inicia sua carreira de maestrina com a revista "A Corte na Roça", de 1885. Sua música faz grande sucesso e Chiquinha recebeu vários convites de trabalho. Em 1897, todo o Brasil dançou sua estilização da dança rural corta-jaca, sob a forma de tango "Gaúcho". Sua carreira ganhou prestígio com a marcha-rancho "Ô Abre Alas", composta em 1899, a pedido dos componentes do cordão carnavalesco Rosa de Ouro: Ô abre alas! / Que eu quero passar (bis) / Eu sou da lira / Não posso negar (bis) / Ô abre alas! / Que eu quero passar (bis) / Rosa de Ouro / É que vai ganhar (bis).
  Nesse mesmo ano, Chiquinha conhece o músico português, João Batista Fernandes Lages, que vivia no Rio de Janeiro. Chiquinha com 52 anos e ele com apenas 16, começaram um relacionamento. Para não enfrentar o moralismo da época, Chiquinha registrou João Batista como seu filho.
   A peça de teatro "Forrobodó", musicada por Chiquinha Gonzaga, que estreou em 1912, bateu um recorde de permanência em cartaz atingindo 1500 apresentações. As músicas foram cantadas por toda cidade. "Forrobodó" tornou-se o maior sucesso teatral de Chiquinha e um dos maiores do Teatro de Revista do Brasil.
   Em 1934, aos 87 anos, Chiquinha Gonzaga escreveu seu último trabalho, a partitura da opereta "Maria". Como maestrina, atuou em 77 peças teatrais, tornando-se responsável por cerca de 2.000 composições. Foi cercada dessa glória que Chiquinha Gonzaga viveu em companhia de João Batista. Chiquinha Gonzaga batalhou para receber os direitos autorais, depois de encontrar em Berlim várias partituras suas, reproduzidas sem autorização. Foi a fundadora, sócia e patrona da SBAT - Sociedade Brasileira de Autores Teatrais, ocupando a cadeira nº. 1.
Chiquinha Gonzaga faleceu no Rio de Janeiro, no dia 28 de fevereiro de 1935.
FONTE  da PESQUISA: https://www.ebiografia.com/chiquinha_gonzaga/
                                   Postagem por SÔNIA LÚCIA 
NOTA: 
           À referida FONTE os meus AGRADECIMENTOS.

sexta-feira, 31 de agosto de 2018

ADVERSIDADES DA VIDA - Paráfrase

                          Resultado de imagem para fotos de chuva temporal
    Essa é a história de um forte vendaval que invadiu certa cidade.
As árvores dali balançavam fortemente, seus galhos estremeciam ante o vento que soprava feroz. Em uma hora de chuva torrencial, suas ruas ficaram um lamaçal só.         Posteriormente ao temporal, moradores protegeram os pés para apanharem os dejectos que os impossibilitavam de transitar normalmente às ruas. 
  Surpreendentemente notara-se que os galhos quebrados no chão eram secos e sem vida útil, pois suas folhas estavam murchas desprovidas da cor verde que as adornam. 
   Logicamente, os detritos largados dos seus grossos troncos, ao chão, uma vez mortos, nenhuma utilidade teriam àquelas árvores, voltando a terra de onde vieram se fortalecendo  enquanto raiz.
   Este ciclo se repete também entre os humanos, considerando que o Criador os permite ser sacudidos ou golpeados mesmo,por "misteriosas" circunstâncias que são atribuídas ao "destino", de forma trágica, por se estar com "má sorte". Até parecendo que é um  desafio da vida, e que, atingidos pelos maus ventos, tornam-se seus adversários.

Texto por mim (SÔNIA LÚCIA), parafraseado de forma impessoal, da obra : "HISTÓRIAS PARA VIVER FELIZ" nº12/ pág.10 /"As Adversidades têm um Motivo..."- (Coleção MOTIVAÇÃO) da escritora ROSANA BRAGA.

  Concordo com a autora ROSANA BRAGA, que diz:

* "Será que Deus estava permitindo que eu fosse agitada e sacudida para lançar fora as coisas inúteis da minha vida?
 Será possível que o que parecia ser uma grande perda era, na verdade, o modo de Deus lançar fora de minha vida todo galho seco e imprestável?"

 *   "MORAL DA HISTÓRIA:
Em vez de ficarmos nos lamentando por conta dos problemas que surgem em nossas vidas, o mais sábio seria se nos encontrássemos em aprender com eles. Isso não significa que seja fácil ou que a gente não sofra, muitas vezes; mas significa, certamente, que se torna mais proveitosa essa dor e a gente sai do problema bem melhor do que entrou."
   * "DICA:
Quando estiver diante de uma situação que não sabe como agir, confie no Universo e seu ritmo. Saiba que a vida tem seus propósitos e que, muitas vezes, o simples fato de aceitarmos que não temos o controle sobre tudo já é o bastante para que não contribuamos para aumentar ainda mais o tamanho do problema."

NOTA IMPORTANTE:

Resultado de imagem para superando as adversidades da vida com fotos
Imagens da Internet apenas para fins ilustrativos; sem nenhum interesse comercial.





                     
                                        Postagem de SÔNIA LÚCIA

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

"O DIA DO FOLCLORE"

"O Dia do Folclore Brasileiro é celebrado anualmente em 22 de agosto.

PEQUENO  RESUMO
Folclore é a cultura de um povo, o conjunto das tradições culturais dos conhecimentos, crenças, costumes, danças, canções e lendas dos indivíduos de determinada nação ou localidade.
O termo folclore se originou através de um neologismo criado pelo britânico William John Thoms (1803-1885), que uniu as palavras inglesas folk (que significa “povo”) e lore (que quer dizer “conhecimento”).
Assim, folclore ganha o significado literal de "conhecimento do povo" ou "aquilo que o povo faz".
Folclore Brasileiro
A base da cultura do povo brasileiro vem da mistura de povos que fizeram o Brasil. Inclui as numerosas tribos indígenas, os portugueses, os diversos povos africanos que foram trazidos escravizados, além de um sem-número de imigrantes como alemães, italianos, japoneses que vieram para o país.
Além disso, estudiosos como Câmara Cascudo, Mário de Andrade, Hekel Tavares, Inezita Barroso e muitos outros recolheram estórias e cantigas, documentaram práticas medicinais que fazem do folclore brasileiro uma fonte inesgotável de inspiração."
FONTE: Via Internet através de pesquisa por Sônia Lúcia
Apresentação e postagem de Sônia Lúcia